Horóscopo da morte

horóscopo de hoje:

MATE alguém causando dores absurdas e obrigando a pessoa a implorar perdão por existir e talvez vc se sinta melhor. O tempo da tortura pode te ajudar a fazer o dia passar mais rápido.

Aproveite qualquer argumento que não te tiraria do sério para ficar bicudo, com a cara amarrada e pensando na incompetência das pessoas, até para o que você não tem competência nenhuma.

Talvez haja um bloqueio nas suas atitudes por falta de motivação. Tente ir no banheiro do trabalho dormir, isso pode te ajudar.

Coisas realmente importantes não devem ser objetivadas hoje, talvez causada por pura chiliquisse sua.

Evite contato humano, pois hoje tudo que te falarem parecerá formado de idéias incompetentes e com informações incompletas.

Hoje é um bom dia para ligar pros seus amigos e implorar uma prova de amizade... te matando.

No campo amoroso não saia com nenhuma mulher hoje, as chances de vc descontar sua raiva, agregada do període de seca regida por plutão, pode se transformar em estupro ou agressão durante o ato sexual, caso a coitada esteja bem louca e queira dar pra você.

Financeiramente, tente não fazer investimentos alcoólicos. O campo de marte diz que vc irá beber altas quantidades para anestesiar a raiva e só vai conseguir ficar mais nervoso, perder o dinheiro e ainda acordar com ressaca e atrasado para a aula de inglês do sábado.

Atenção, não faça nada que normalmente vc gosta de fazer porque tudo parecerá enjoativo, repetitivo, sacal, infantil, contra você etc.

por: Mystefodeu.

Relatório 5

Data de hoje

Estou num evento, é uma homenagem a alguém. Eu estouum pouco mais velho e muito bem vestido e recebendo as pessoas na recepção do local (um tipo de teatro).

Ao meu lado estava uma mesa com alguns doces e bebidas que seriam servidos na saida, portanto estavam cobertos.

Todos que passavam por mim me comprimentavam muito felizes.

Eu sabia que a pessoa homenageada era o meu pai.

Chega um casal, a muler era uma gordona e o cara era alto e bigodudo.
A mulher começa a ter um treco, resfolegar e aproximar o nariz de um doce de frutas cristalizadas coberto por uma camada de açucar em forma de creme (tem um nome isso... só não lembro).
O marido fica vizívelmente transtornado com o escândalo que ela está fazendo, elogiando o cheiro daquilo. Eu abro um sorriso, tiro o plástico que cobre o doce, pego uma faca e corto um pedaço generoso para ela.
- Sintam-se a vonte, qualquer coisa pode pegar mais.

O homem me agradece e pede desculpas por aquilo, eu deixo claro que não precisa se preocupar.

Então lembro que eu faço o primeiro discurso em homenagem ao meu pai.

Começo a descer as escadas, comprimentando todo mundo.

Meu tio lezinho está num assento e me ignora, enquanto eu encaro ele, fechando minha cara.

Tiro algum tipo de malha que eu estava usando, ou cachecól, algo assim e jogo para o meu primo rodrigo que está sentado do lado dele. Rodrigo - filho do tio lezinho que eu não vejo a anos e nunca fomos próximos. Ele pega e sorri, pareciamos próximos naquele instante.

Eu desço as escadas, ainda cordial a todos que cruzam meu caminho.

Chegando no palco o mestre de cerimônias estava apresentando meu pai e minha irmã era a primeira no degrau para falar do meu pai, só que eu sabia que eu era o primeiro e minha irmã foi colocada lá porque eu estava atrasado.

Meu pai me vê e deixa escorrer uma lágrima, se dirigindo a minha irmã e pegando ela pelos braços, de uma forma delicada, como quem diz... "Ele chegou, desculpa."
Minha irmã desce olhando para mim, mas sem uma cara de muitos amigos. Eu devolvi com um sorriso para ela, sincero, não de deboche... admito que ela estava muito bonita... não parecia a hipponga que é no dia a dia.

Subi no palanque, fui apresentado, dei um abraço no meu pai, peguei o microfone e comecei (adaptado):
- Meu pai merece essa homenagem, mais do que qualquer pessoa no mundo. Ele é o homem que mais se fodeu, chegou na merda por erros próprios e principalmente por falsidade da família. Irmãos que não valem nem o que comem (olho na direção do tio lezinho), uma esposa aproveitadora, uma filha mercenária ...
Não lembro de ter me criticado, lembro de ter pegado pesado na questão das pessoas não valerem nada e serem um bando de interesseiras. As pessoas pareciam surpreendidas pelo que eu falava, não parecia o discurso certo para aquele evento, mas estava emocionando o meu pai porque era a verdade e ele estava sendo homenageado por ter aguentado a barra que tinha passado. Estava emocionado pelo meu discurso porque estava se lembrando de tudo.

Corte temporal...

Estou na recepção do salão e todos passam por mim parabenizando meu discurso, então passa uma mulher linda, do tipo que eu gosto. Eu sorrio para ela e me aproximo, convidando-a para a festa que seguia... pelo visto tinha que ser convidado e ela não era, mas indo comigo estaria tudo certo, então usei o convite como álibe para sair com ela.

Ela estava com um vestido muito bonito, com um lenço transparente passando por traz do pescoço e com as duas pontas chegando quase ao chão, onde terminava a saia do vestido.

Ela se despediu dos pais e me acompanhou até o lado de fora do local.

a rua estava muito vazia e só tinha meu tio lezinho indo em direção ao carro dele, acompanhado pelo meu primo rodrigo que ao me ver gritou "Falou junior, até a festa"
- Falou Ro, até lá....... Falou tio (soltei com um sorriso sarcástico)
Meu tio devolveu com um tchau emputecido...

E e a mulher estávamos lado a lado e ela perguntou onde estava meu carro e eu disse que estávamos indo para o ponto do taxi porque eu não tinha carro . ......... não vou me dar ao trabalho de comentar essa parte, eu soava rico.............. fizemos algumas piadas que eu não lembro.

O sorriso dela era lindo.

Ela percebeu que estava uma temperatura agradável onde estávamos, sendo que era uma noite ABSURDAMENTE fria, eu respondi que estava fazendo meu papel de homem ali. Ela olhou para os lado e viu que estávamos no meio de um circulo de fogo flutuante, com pouca iluminação que nos acompanhava... o circulo foi produzido por mim... parece que eu tinha esse poder.

Ela abraçou meu braço esquerdo e eu olhei para ela com um sorriso saudável, fizemos alguns comentários e ela disse que estava fazendo o papel dela de mulher... não lembro mais para qual comentário.

Derrepente me bateu o estalo que eu estava sonhando, insisti em continuar andando com ela, estava muito gostoso, e aceitei que estava na hora de voltar a mim... Voltei para um lugar escuro e derrepente estava em mim novamente.

Relatório 4 (retroativo)

mais ou menos umas 2 semanas atrás

Estou com minha mãe num bar, a convite dela, estamos bebendo e conversando quando ela começa a pedir para que eu aja melhor com a minha irmã e eu discordo, ela entra em curto e pula em cima de mim, por cima da mesa, derrubando a cadeira dela e algumas coisas em cima da mesa. Eu jogo ela para o lado e saio correndo pela calçada onde estávamos. Percebo que é a calçada da rua cesar guimarães e eu estou indo em direção ao prédião, que começa a aparecer na visão quando eu percebo que na verdade eu estou dormindo e tudo aquilo é um sonho, então começo a reparar que estou deitado na minha cama e tenho nítida certeza de como estou deitado, mas eu estava full operational nesse outro ambiente que derrepente era meu quarto.

Eu não conseguia levantar, mas estava flutuando, como quando imergido numa piscina, a diferença é que era só soltar o corpo que eu descia e tinha que forçalo para subir. Então comecei a fazer algumas experiências.

Dei algumas voltas pela cama em rotação horizontal, passando inclusive pela minúscula fresta que havia entre a cama e a parede.

Enquanto estava flutuando em cima da cama comecei a fazer algumas experiências relacionadas a minha liberdade motora aqui e lá, derrepente percebi que alguém ia entrar no quarto, naquele mundo.

Fui abatido por medo e eu não queria parar com os testes.

Flutuei para debaixo da cama para me esconder e enquanto o fazia vi que tinha algo escrito na janela do quarto em vermelho escarlate, era um texto grande, mas só consegui ler a última palavra que estava em destaque e escorrendo... "DEAD!..."

Fiquei embaixo da cama e vi o sapato preto com calça social cinza de quem estava entrando e fiquei em total silêncio lá embaixo.

A pessoa saiu e eu emergi novamente procurando os escritos da janela que já não estavam mais lá.

Lentamente voltei a mim.

Relatório 3 (retroativo)

Mais ou menos 1 mês atras.

Eu estou andando numa estrada de terra e sei que estou na índia, a turismo.

Derrepente reparo na minha irmã que está a frente de mim.

Ps: visão externa, vejo a mim e a minha irmã, com mudança constante do ângulo de visão.

Minha irmã está com uma burca branca e dourada, como se fosse uma moradora de lá.

eu chego perto e pergunto o que diabos ela está fazendo lá e ela extende o braço para a direita, apontando para um castelo árabe com aquelas abóbodas e todo de ouro.

- você tem que ir lá.

Quando eu olho ...........

Relatório 2 (retroativo)

Eu estou vizitando um grupo de amigos numa república que eles montaram, lá em são bernardo.

Na verdade eu não conheço a maioria dos moradores, somente a camys.

Eu fui junto com o Renato, que também foi convidado.

Chegando lá começamos a fazer um jantar diferente mas estavamos na verdade era destruindo a cozinha porque ninguém sabia fazer comida.

A bagunça e o fracasso no jantar não estava divertido principalmente porque eu tinha assumido a responsabilidade e estava me sentindo mal por aquilo.

Durante o feito a camys e os outros moradores ficavam insistindo que X deveria estar ali, porque ela é cozinheira de mão cheia e está fazendo curso de gastronomia.

Derrepente ela chega, demonstrando uma imediata revolta da cagada que estávamos fazendo. Ela usava um colete de couro preto, rente ao corpo, seios médios, cabelo preto curto, pele branca, calça de couro preta, pernas normais (nem grandes nem finas) e usava uma bota cano alto de salto.

Rapidamente ela se predispõe a salvar a cagada, que eu já estava colocando na mesa. Na hora me bate uma sensação de que eu não queria que ela o fizesse porque eu seria rebaixado, mas não falo nada e fico quieto.

Pulo temporal.

Estão todos se servindo numa mesa de madeira meio medieval, enorme.
Na mesa temos:
Asa de gavião, preta, vindo do teto, enorme, que era cortada com muita facilidade, como se fosse uma carne (sendo que ainda estava com as penas, que é na verdade o que estávamos cortando)
Liguiça toscana, de churrasco, tiras e mais tiras vindo do teto
Mais um monte de coisas que eu não lembro, mas tudo de grandes proporções.
Potes com ouriços dourados, pareciam bolinhas de queijo com espinhos.

Eu tentava me servir mas não conseguia acesso entre o pessoal.

Todos estavam com pratos de sobremesa brancos e serviam-se de poucas quantidades.

Continuamente eu olhava para trás e percebia que a cozinheira ficava me encarando enquanto putchava os ouriços num cálice de vinho e os mordia. Tinha uma cara de observatória sobre mim e não falava nada.

Ela estava numa mesa para 6 pessoas, duas pontas e duas duplas.

eu só consegui me servir quando a última pessoa se serviu.

Enquanto eu me servia eu continuava olhando para traz e ela não parava de me encarar.

Ela sentava na ponta da parede com vista para mim, dos lados direito e esquerdo dela sentavam duas pessoas que eu não sei quem eram, no lado direito dela afastado estava sentado o renato que não calava a boca e não deixava ninguém falar e na frente dele a camys que dava atenção a ele mas não conseguia falar porque ele não calava a boca. As outras duas pessoas apenas sorriam e concordavam com tudo, dando atenção.

Lembro que montando meu pratinho cortei em meia lua um bom pedaço da asa de gavião, que se desmanchava com a passada da faca, parecia delicioso. Também coloquei uma boa quantidade de linguiças e entuxei onde dava os ouriços, que era o que eu estava mais ancioso para comer.

O tempo inteiro incomodado pela atitude da cozinheira que ficava me encarando.

Sentei na outra ponta da mesa, e reparei que o meu prato era o de um guloso, parecia que o de todo mundo estava ponderado, enquanto o meu era um verdadeiro prato de peão.

Peguei meu calice de vinho, sem tirar os olhos dos olhos da cozinheira, peguei um ouriço, putchei no vinho e mordi, igual como ela. Nessa hora o Renato estava gesticulando bastante e começou a bater no meu ombro dizendo alguma coisa quanto a eu me animar.

.........

Relatório 1 (retroativo)

data: mais ou menos 2 meses atrás

Eu estou andando numa calçada normal, numa rua sem trânsito num dia muito claro, a paisagem não existe, pelo menos não há foco nela.

Derrepente uma mansão chama minha atenção, linda, de cor salmão.

O que mais me chama a atenção é um jardim lindo na frente que me lembra um pouco até o cuidado que a nonna tinha com o jardim da antiga chácara.

O jardim é inteiro formado por uma coluna baixa de folhas, que forma os caminhos que levam todos para uma fonte central (de cimento), aquelas com um chafariz central e água repousada pela bacia.

Eu caminho pelo jardim, me sentindo muito feliz e coloco minhas mãos naquela água que é cristalina como nunca vi antes e tomo um gole.

Derrepente sou abatido por uma sensação de invasão de propriedade. Começo a sair de lá as pressas, mas meu corpo fica leve e começa a flutuar, com meus pés tocando as colunas de folhas e eu não tenho um bom controle do corpo, é como quando a gente fica assustado e precisamos fazer um esforço enorme para a mover as pernas.

Com pequenos toques do pé nas plantas eu vou me impulsionando para fora, até que me bate o estalo de olha para trás e vejo um homem na porta da mansão.

A porta era dupla, de madeira, com entalhos coloniais, bastante alta e grossa e ficava recuada num platozinho coberto com duas colunas meio árabes.

O homem estava de roupa social com um hobby vermelho de seda com detalhes azuis, lembrando muito a vestimenta de ingleses nobres na década de 30 quando chegavam em casa do trabalho.

Esse homem era velho, com uma cabeleira branca e alta e olhava como quem me chama para entrar.

Enquanto eu o observava eu estava no ar, com apenas a ponta do pé direito apoiado nas folhas.

Com muito esforço eu consigo dar um último empulso e piso a calçada, voltando a minha caminhada, voltando de onde eu vinha, enquanto ele fica me observando.

Chapter V. Some answers at last (2a parte)

AEEEEEEEEEEEEEEe.... continuando!!!! A 2a e última parte do 5° capítulo que estava congelado...

as desculpas do porque estão no post anterior que veio na mesma madruga de virada de trampo.

Eu até que gostei do que saiu aqui.

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Chapter V. Some answers at last (2a parte)
Sentamos do lado externo e sem segredo cada um pegou seu lanche, sendo que não havia nem dúvida de qual era pra quem, mesmo não estando identificados. Antes de comer eu me afastei da mesa e fui fumar um cigarro.
Milena: O que se tá fazendo aqui sozinho, você está quebrando a lei das panelinhas, heheheh.
Paulo: Todo mundo vai comer, eu tava precisando urgente desse cigarro e não rolava acender lá né?
Milena: Quando é que você ia contar pra gente aquilo tudo que você falou?
Paulo: Sei lá, é certo que vocês iam me achar louco - claro que enquanto falava eu me preocupava em evitar que a fumaça do cigarro fosse até ela.
Milena: Provável, mas é incrível como nada parece abalar a gente. Nós não somos militares, por que está tudo soando tão confortável, tão natural?
Paulo: Fora a parte que ninguém se conhece, somos de países diferentes e todo mundo se adora, é como eu já me desse bem com vocês a muito tempo.
Milena: Por sorte é com vocês, porque acho que eu não aguentaria 5 minutos de conversa com aquele latino lá...
Paulo: Eu também não, e olha que eu sou latino.
Milena: Ah é, desculpa, tinha me esquecido que você é brasileiro.
Paulo: Mas tem outra coisa... eles pegaram uma seleção de diferentes países. Eu me pergunto, onde vai ser a treta, será que cada um vai defender o seu país? Entende? Eu não estou vendo lógica.
Milena: É verdade... falta algo nessa história.
Katie: OW seus cabeçudo, vai esfriar.
Paulo: Eu to bebendo whiskie cowboy e ela que tá bêbada com aquela mistura aguada de vodka com energético.

De volta a mesa:
Shika: Que horas são nos relógios de vocês?
Dietrish: A pergunta é "Como eu vejo as horas nessa merda?".
Shika: Olha agora...
Coletivo: NEM FODENDO! - eram 12h no relógio de todo mundo e o pior é que a hora tinha aparecido do nada.
Após falarmos juntos, um olhou para a cara do outro, porque na verdade somente o Dietrish tinha olhado para o relógio dele.

Paulo: Até onde isso é bom?"
Katie: Mi, o que eu estou pensando?
Coletivo: Estou menstr... - todos pararam na hora que iam terminar a frase.
Tariq: Você podia ter pensado em algo um pouco menos pessoal?
Katie: Era só pra ela responder, heheheheh - eu não imaginava que ela podia ficar tão vermelha.
Milena: Swahili, por que você está tão quieta?
Swahili: Eu só quero saber quando eu vou ser tratada, hoje no final do dia eu tenho que tomar o meu coquetel e eu não sei onde conseguir.
Milena: Fica tranquila, após as aulas eu te acompanho até o hospital.
Paulo: Olhem em volta, quase todo mundo já está reparando nessa questão do horário e parece que os outros grupos também estão começando a pensar juntos.
Tariq: Eu estou pensando sériamente em...
Dietrish: Para com isso, você não vai arranjar briga com ninguém.
Paulo: Por mais que aquele Hernanes mereça.
Tariq: Vocês poderiam ter deixado eu terminar a frase, assim eu me sinto um pouco menos estranho.
Milena: Eu concordo, porque eu me senti estranha por você também.
Shika: Todos nós.

Continuamos lá brincando com essa questão de pensar e copiar, o que derrepente virou uma brincadeira e motivo de risadas, que foram interrompidas pelo segundo sinal.
Dietrish: Todos esses anos para continuar respondendo condicionalmente a sinais.
Paulo: Não vai me filosofar!
Shika: É mais forte que ele.
Katie: Poupa a gente Shika.

Na sala novamente.
Professora: Antes de mais nada... Perguntas?
Hernanes: Como é possível o...
Professora: ...horário - após um certo nível de desagrado com aquilo de leitura mental - não fiquem revoltados, outra vocês são inteligentes sabem que por sermos uma sociedade tecnológicamente evoluida conseguimos editar o tempo, e como eu precisava dividir a aula em duas partes eu tive que resumir o processo, assim vocês tiveram a primeira aula para entenderem algumas coisas, o intervalo para pensar a respeito e despertar o que vocês só precisavam saber que tinham. Agora teremos a segunda aula respondendo outras coisas e depois... vocês serão levados ao hospital para checagem geral - automáticamente sentimos a alegria da Swahili tomar conta dos nossos corpos.
Tariq (tentando segurar um sorriso): Manera Swahili, eu tenho uma imagem a zelar.
Professora: Alquir, pense em algo... agora Hernanes, fale o que o Alquir pensou.
Hernanes: Eu sei lá! - foi tão arrogante que deu pra perceber que eles também não se gostavam entre si.
Professora: Não precisa ficar nervoso, hahahahah, Alquir?
Coletivo do grupo do Alquir: São todos idiotas!
Automáticamente pulamos em cima do Tariq para segurá-lo.
Katie: Eu sei que é difícil, mas não força porque quase que eu vou pra cima dele! - nesse instante a professora só olhou para o nosso grupo.
Professora: Mantenham a calma, depois que terminar essa aula e vocêsforem para o hospital então receberão um tratamento para fazerem voluntáriamente esse compartilhamento mental do... Pon-wa?
Pon-wa: Espirito? - pelo nome e perfil parecia ser um tailandes.
Professora: Perfeito! E sim, vocês tem espiritos, pelo menos esse é o nome que vocês dão. Imaginem que a milênios, no tempo de vocês, nós criamos as primeiras civilizações, cada uma sob os comandos de um líder, tudo fazendo parte de grupos de amostragem. Então colocamos uma civilização de frente para a outra em guerra, notificando-os que somente uma civilização deveria sobreviver. Esse estudo era pra ver até onde iam os instintos de sobrevivência das primeiras gerações, não permitiriamos em nenhum momento a extinsão de qualquer uma dessas. Os líderes dessas civilizações criaram um ódio mortal entre si, o que explica o porquê dos seus grupos se odiarem, mas como vocês podem concluir estou falando de líderes e não grupos... hum... então por que vocês são grupos? - ela ficou ecarando as turmas e ninguém parecia chegar a uma conclusão.
Professora: Para criar a raça de vocês foi necessário usar uma base de energia, que vocês identificaram como espiritos. A questão é que: a medida que a primeira versão de vocês morria, nasciam mais de uma criança para cada um de vocês, dividindo esse espírito e junto os destaques da personalidade do espírito original, e o mesmo aconteceu com todos os humanos que inserimos no planeta de vocês. No nosso planeta, quando alguém morre ele renasce com aproveitamento de 100% do espírito anterior e como no caso de vocês aconteceu diferente até chegamos a enchergar como uma falha científica, mas então percebemos que seria bem interessante para os estudos. Sim Hernanes, nós sempre tívemos o mesmo número populacional! - choque geral - enquanto vocês crescem gradativamente, o que também nos preocupa um pouco, porque afinal de contas não sabemos qual o mínimo de divisão que o espírito de vocês alcança.
Ela fez uma pausa,acho que até proposital para que todos pensassem a respeito,ou para ler o que pensávamos.
Professora: Por isso que vocês se adoram dentro dos seus grupos e tem essa sensação de conhecimento eterno, enquanto tem ódio pelos outros grupos!
Pon-wa: Nessa época só existiam 5 líderes?
Professora: Não, mas ainda não é a hora de vocês cohecerem os outros líderes, até mesmo para a segurança geral! Depois do tratamento de hoje, vocês conseguirão se suportar mais e então conviver sem corrermos riscos de se matarem antes de combaterem quem deve ser combatido.
Dietrish: Quanto a isso...
Professora: Nem precisa concluir, não sou eu que vou abordar essa parte. Amanhã vocês tendem a conhecer o Comandante.
Ela mal terminou de falar e o sinal tocou, quando olhamos nos nossos relógios era aproximadamente 16h da tarde, o que era impossível e antes que qualquer um pensasse em perguntar ela já estava fora da sala.

Saindo da escola os aviões nos esperavam para viajar ao hospital.

The High Priestess

Antes de mais nada, desculpa pela demora para reviver esse blog... é que tá uma correria desgraçada aqui e pra piorar eu descobri um jogo chamado Settlers of Catan... logo... quando não estou trabalhando estou jogando...

Mas agora as 3h da matina eu resolvi retomar o fôlego... mesmo porque se não o fizer vai cair de sono em cima da minha mesa aqui na agência.

Certo...

Nesse post de re-inauguração (tem termo mais hipócrita que esse? hehehe), vou postar um teste que eu fiz depois de vê-lo no blog do gus... só posso dizer que achei louco... gostei bastante do resultado...


You are The High Priestess


Science, Wisdom, Knowledge, Education.


The High Priestess is the card of knowledge, instinctual, supernatural, secret knowledge. She holds scrolls of arcane information that she might, or might not reveal to you. The moon crown on her head as well as the crescent by her foot indicates her willingness to illuminate what you otherwise might not see, reveal the secrets you need to know. The High Priestess is also associated with the moon however and can also indicate change or fluxuation, particularily when it comes to your moods.


What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

Chapter V. Some answers at last

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a visita do Vinicius caso passe por aqui e adiantado peço mil desculpas pelos assassinatos na lingua portuguesa... é que realmente eu sou um dependente do word e esses textos eu escrevo no bloco de notas!

com vocês a 1a parte do 5° capítulo do livro... que ainda não tem nome. Espero que gostem. Quem está perdido mas quer ler des de o começo, acho que eu comecei em dezembro ou novembro, OK?

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Chapter V. Some answers at last

Depois de tomar um banho e me uniformizar desci à praça para encontrar a todos e embarcarmos para o campo de treinamento. Não deixava de pensar como seria bom aprender logo de cara a pilotar aquela moto para voarmos até aquela cidade vizinha.
Assim como Tariq e Swahili, também estava meio nervoso da falta de respostas, era incrível como um único dia parecia como se tivéssemos vivido lá por uma semana inteira e, mais estranho ainda, era como a empatia entre o grupo tinha surgido rápido, conversar com aqueles com quem me envolvi era como conversar com amigos de décadas.
Chegando lá embaixo fui seco até o pessoal que já estava se agrupando.
Katie: Olha quem vem lá - olhando para trás vimos o Tariq saindo do prédio todo uniformizado. Ele nos viu e rapidamente começou a mudar de caminho, mantendo a pose de fodão.
Milena: Vamos até ele, que eu já vi que a montanha não vai vir até Maomé - enquanto riamos fomos até ele e o cercamos, os homens com cara de mal encarado, até que...
Katie (pulando nas costas dele): E ai grandão? Tá calminho??? - não aguentamos e soltamos a risada. Ele simplesmente pegou ela nas suas costas e jogou-a para frente, segurando-a no colo. Automáticamente o Shika já ficou em posição de ataque enquanto eu e o Dietrish afastamos a Milena e a Swahilli.
Tariq (abrindo um sorriso enorme): Acho que vcs estão muito tensos, até parecem um cara que eu conheço....
Paulo: Filha da puta....
Tariq: Se vai ficar no meu colo me olhando assim ou vai me dar um bom dia descente?
A Katie abriu um sorriso e deu nele um daqueles tipicos beijos na bochecha que vc vê em filmes americanos.
- (voz amplificada) Atenção todos, por favor dirijam-se as naves de transporte.
Já dentro da nave ficamos observando pelas janelas e pudemos reparar melhor na cidade vizinha, que realmente era igual a nossa. Mas o pior foi perceber que voltávamos para o campo de treinamento que na verdade tinha um prédio terreo enorme, lembrando muito uma escola européia. Pousamos na frente e saimos bestificados, reparei no nome "Novos ensinamentos" e me perguntei por que outra referência religiosa?
Quando todos sairam dos transportes então tocaram duas sirenes típicas de sinal de entrada e as portas se abriram mecânicamente, quase que instintivamente todos entraram e seguimos as flechas que indicavam para uma sala de aula no estilo arena com uma porta na parte inferior por onde entram e saem os professores. Sem segredo nos sentamos, essa foi a primeira oportunidade de repararmos como existiam exatas 5 panelinhas, incrível como não havia o menor interesse de diálogo entre as turmas, digo até que havia um certo incomodo. Enquanto todos se acomodavam entrou na sala um daqueles mascarados, aquele com a faixa beje.
- Bom dia a todos, espero que não dormiram nada, assim saberei que estiveram bebendo e conversando como devem fazer. Você vão me chamar de Professora e só para lembrar, esse não é meu nome, mas é que agora ainda não vamos nos identificar corretamente para vocês. Hoje é o primeiro dia de treinamento de vocês, mas não adianta nada vocês sairem pra guerra se não entenderem o que ela é. Vamos começar pelo principio, eu sei dos pensamentos de cada um de vocês porque eu consigo ler a mente de vocês, assim como vocês também conseguem, assim como alguns de vocês já estão fazendo isso, então nosso sistema de ensino vai se baser nessa troca de experiências de cada um, o que fará vocês entenderem porque estão aqui e o que os espera. Sem segredos? Ótimo, então vamos lá... "Então Deus fez o ser humano a sua imagem"... hum.. foi o que você falou outro dia não é Paulo?
Todos olharam para mim esperando minha reação. Ela fez sinal que eu fosse na frente explicar o porque pensava assim.
Paulo: Bom, antes de mais nada eu gostaria de dizer que eu sou ateu, logo não pensei nisso do ponto de vista da religião, mas na verdade como mais uma prova da não existência de Deus. Quando nós chegamos vocês disseram que não iam se apresentar por que nos os conhecemos, imagino que vocês precisavam nos conhecer para montar o grupo, mas então vem... aliens humanos? Desculpa se eu ofendo.
Professora: Acho que a maioria vai se sentir ofendida é quando você concluir teu raciocínio.
Paulo: hum.. certo - eu falava bem seguro tudo aquilo, porque era algo que já pensava a respeito muito antes desse estranho recrutamento - agora imaginem que existem aliens muito evoluidos científicamente, a ponto de responderem uma pergunta que é nossa a muito tempo, "como se faz vida", então eles pesquisam e conseguem criar uma raça. Baseado nos estudos próprios eles concluem que a mecânica fisiológica deles é perfeita então eles criam essa nova raça a sua imagem... então ai vem... preparem-se... nós somos esses ratos de laboratório.
Professora: Exatamente! Pode se sentar - alguns ali ficaram chocados com o raciocínio, achavam que eu tinha viajado muito, mas ficou visível que não foi difícilpara ninguém ver a lógica que eu apresentei.
Professora: Hernanes, venha cá, continue o raciocínio do Paulo - esse tinha cara de mexicano, colombiano, venezuelano ou qualquer coisa assim, pra mim eles parecem todos iguais e pra piorar a forma como eu não ia com a cara dele não ajudava muito a pensar pejorativamente.
Hernanes: É, eu acho que ele tá meio certo...
Professora: Eu não quero que você discuta o que ele falou, eu quero que você fale teu raciocínio político, depois eu explico porque vocês se odeiam - na hora ouve uma troca geral de olhares na sala, até acanhados, era como despir algo que estávamos segurando por educação.
Hernanes: Entendo, a questão é que com esse laboratório montado, nada melhor do que estudar qual seria a evolução da vida, como a sociedade se monta, junto, fazer diferentes estudos de amostragem, sociedades soltas e sociedades com influência externa... vocês, não é?
Professora: Isso mesmo, agora sente-se que o resto da história vocês não sabem. Verdade, a raça humana do planeta Terra, como vocês chamaram, é um estudo científico sobre o nascimento da vida que nós fizemos, e como é comum no planeta de vocês, as vezes as verbas são retiradas, e nós fomos obrigados a largar vocês, sendo que recentemente quando fomos reativar o projeto, ficamos bestificados como vocês tinham acelerado o crescimento autonomamente, sendo que os estudos na época de Babilônia, Egito, Mayas e Astecas que eram liderados indiretamente por nós, mostravam um crescimento maior que os nômades que eram uma amostragem sem interferência. Então na reativação do projeto pairou uma dúvida, vamos apenas observar e adicionar e retirar elementos, ou vamos retomar a coordenação indireta, junto aos líderes de vocês? O Shikamaru já explanou para vocês o resultado... guerra. Mas não uma guerra exatamente nossa... agora se preparem que eu vou complicar... o grupo que se apresentou a vocês é a favor de independência do planeta Terra e até mesmo começar uma interação com vocês, respeitando-os como um planeta independente, outro grupo político defende que retomemos os estudos e desenvolvamos novas novas amostragens de estudo. Para decidir combinamos de montar um grupo que defenderia a Terra, a independência da Terra, enquanto a ala conservadora usará nossos militares, que são desenvolvidos em Laboratório. Vocês todos são muito espertos e apesar de estarem com essa cara de perdidos, entenderam tudo muito bem. Alquir, a conclusão é que? - Alquir era um árabe de carteirinha cheia.
Alquir: Que se nós vencermos o exército de vocês, então estamos prontos para andar com as próprias pernas.
Professora: Além disso, introduziremos a Terra na aliança interplanetária, onde vocês terão contatos com diferentes planetas, ganhando acesso a novas tecnologias e aprendendo novas formas de se administrarem. Legal não? - Enquanto todos ficaram em choque, ela falava como alguém que está super feliz.
Derrepente tocou novamente o sinal e ela saiu:
- Hora do intervalo, almocem e divirtam-se um pouco, depois eu tenho mais novidades para vocês.
Paulo (catatônico): Eu acho que preciso de uma cerveja.
Dietrish (catatônico): Eu te acompanho.
Tariq (catatônico): Estou tão feliz por poder tomar aquele Hi-fi sem peso na consciência agora...
Milena: Meninas, o cérebro masculino ainda está processando a informação, vamos sair daqui.
Shika: Eu vou com vocês.
Paulo (catatônico): Ele é bicha.
Dietrish (catatônico): Eu tb acho.
Tariq (catatônico): Esse negócio de pinto pequeno deve ter mechido com ele.
Na sequencia saimos do nosso estado de pânico e saímos rindo de lá atrás das meninas e do Shikamaru. Haviam dois espaços de convivência, um interno e outro externo, sendo que a "lanchonete" ficava entre as duas áreas e claro que lá dentro se encontrava mais um dos irmãos répteis.
Paulo: Fala Xaara, como se tá?
Xaara: Agente já se conhece? Eu não lembro de ter me apresentado.
Paulo: Eu chutei teu nome e acertei, já conhecemos dois irmãos seus. O que temos para beber e comer meu caro?
Xaara: Eu sou o que melhor acerto as coisas entre os meu irmãos, fiquem espertos - Ele começou a colocar numa esteira hamburgueres, cachorros quentes e lanches no geral acompanhados das bebidas do ânimo de cada um, para as meninas ele distribui sucos, sendo que a Katie recebeu vodka com energético, sendo que eu e o Dietrish recebemos uma garrafa de Black LAbel com dois copos e uma bacia de gelo, o Shika recebeu leite - sem comentários - e o Tariq o seu Hi-fi.
Paulo: Mas bichão, é dia e estamos no meio de uma aula, isso é pesado!
Xaara: É nada, não reclama!

Sentamos do lado externo e sem segredo cada um pegou seu lanche, sendo que não havia nem dúvida de qual era pra quem, mesmo não estando identificados. Antes de comer eu me afastei da mesa e fui fumar um cigarro.
Milena: O que se tá fazendo aqui sozinho, você está quebrando a lei das panelinhas, heheheh.
Paulo: Todo mundo vai comer, eu tava precisando urgente desse cigarro e não rolava acender lá né?
Milena: Quando é que você ia contar pra gente aquilo tudo que você falou?
Paulo: Sei lá, é certo que vocês iam me achar louco - claro que enquanto falava eu me preocupava em evitar que a fumaça do cigarro fosse até ela.
Milena: Provável, mas é incrível como nada parece abalar a gente. Nós não somos militares, por que está tudo soando tão confortável, tão natural?
Paulo: Fora a parte que ninguém se conhece, somos de países diferentes e todo mundo se adora, é como eu já me desse bem com vocês a muito tempo.
Milena: Por sorte é com vocês, porque acho que eu não aguentaria 5 minutos de conversa com aquele latino lá...
Paulo: Eu também não, e olha que eu sou latino.
Milena: Ah é, desculpa, tinha me esquecido que você é brasileiro.
Paulo: Mas tem outra coisa... eles pegaram uma seleção de diferentes países. Eu me pergunto, onde vai ser a treta, será que cada um vai defender o seu país? Entende? Eu não estou vendo lógica.
Milena: É verdade... falta algo nessa história.
Katie: OW seus cabeçudo, vai esfriar.
Paulo: Eu to bebendo whiskie cowboy e ela que tá bêbada com aquela mistura aguada de vodka com energético...

continua.....

Quadril grande

Preciso registrar....

estou conversando com uma recém conhecida, por messenger e ela está me perguntando coisas do meu orkut... entre elas coisas que eu odeio:

Maya diz (23:24):
coisas q vc ñ suporta: pelo no suvaco, quadril grande (não confundir com bunda grande), esnobe, rosto feio.
I'm O. PAULO diz (23:25):
o que tem????
Maya diz (23:25):
Ahahahahaha
Rosto feio..
Como vc põe uma merda dessas?
Maya diz (23:26):
pelo no sovaco... Ahahahahahahaa
I'm O. PAULO diz (23:26):
vou fazer o que.... realmente quebra o tesão!!! uma vez eu fui pra cama com uma mina tão feia, mas tão feia que eu tive que colocar o shortinho dela na cara dela... ela ficou toda empolgada achando que eu tava vendando ela:
"se tá me vendando"
"claro..."
hahahahahaahah
Maya diz (23:27):
Ahahahahahahaha
I'm O. PAULO diz (23:27):
pelo no sovaco é nojento...
Maya diz (23:27):
quadril gde..
I'm O. PAULO diz (23:28):
porra... sabe aquela secada dos pés a cabeça maravilhosa???? um quadril grande quebra o processo.... é como se tivesse uma parada para comerciais religiosos no meio de um filme pornô!!!!!!

Brasil em guerra

Estou tentando ler um livro nesse instante, mas derrepente me coloquei a pensar algo que está me desconcentrando MUITO!

E se o Brasil entrasse em Guerra?
Sério! Não aquela participação que tivemos na segunda querra mundial, que eu gostaria de comparar com aquela situação em que um amigo teu desce o cacete em alguém e vc vai lá e chuta o cara quando o ser já está tombado e analisando bem teu chute não adianta de nada a não ser fazer uma média. Estou pensando numa guerra de verdade, nos tempos atuais.

Vamos supor que o Sr. Presidente Lula Empanada com 4 Dedos de Cerveja numa atitude até que sabida, tivesse entrado em guerra com a Colombia e ela formasse algumas alianças com seus vizinhos, sendo que o exercito deles está em guerra constante quase como os paises Árabes sempre estiveram. Estamos falando de um grupo de militares experientes!

E quanto aos nosso militares? O que esses sabem fazer além de conquistar cargos públicos e " ajudar" indios na amazônia? Eu meio que não boto muita fé no nosso exercito, talvez o grupo que atua na favela do Rio de Janeiro, mas até eles mesmos eu não botaria muita fé porque eles tem a vantagem do equipamento. Então vamos pensar:

Quem está na treta todo dia?
Quem tem que se virar com armamento fraco e as vezes faz milagres com pouco?

E faço mais perguntas:
Quem tem que ficar esperto todo dia?
Quem tem a malandragem para sobreviver?

Resposta:
Fiz a primeira dupla de perguntas pensando nos Policiais Civís e fiz a segunda dupla de perguntas pensando nos bandidos!

Vamos definir algumas coisas:
Quando digo Policial Civil, não me refiro ao coxinha que fica fazendo ronda em viziança nobre recebendo uns trocados para ficar com o olho esperto para cima de alguma casa. Estou pensando naquele que aceita propina de um chefe de crime grande porque sabe que não aceitar significa sua morte e enquanto isso acaba com a raça de um grupo de marginais de outro centro... entendem o perfíl? O cara agradece todo dia por chegar em casa vivo, mas ao mesmo tempo azeitona quem tem que ser azeitonado, e digo que o faz sem ninguém perceber porque sabe que é ilegal.

PS: acho que já deu pra perceber que não é a intenção desse post jugar a atitude de ninguém, mas visualizar quem realmente se fode o bastante para ser chamado de militar brasileiro.

E quando digo bandido digo Bandido mesmo! Não estou falando do cara que rouba carteira de velhinhos, mas aquele cara que já matou gente, já fez sua arma matar muita gente, trocou tiro com outras gangues, perdeu amigos, teve que matar amigos porque assim lhe foi ordenado etc etc etc e tal.

Agora imaginem que cena de filme! Isso sim dava um filme Brasileiro que ia ser sincero e se pans ia ter aquela tchan a mais que ganha prêmio... acho que vou mandar essa idéia por e-mail pra alguém... hehehehehe

Certo. Um almirante, bam bam bam é convencido dessa idéia por algum assistente que tá no nível de coronel ou capitão mas que tem alguns miolos equivalentes àquelas insignias. Esse almirante concorda e vai até os departamentos de polícia e conversa com os chefes do departamento e leva esses policiais. Depois passa na cadeia e convoca os presos que se enquadram no perfil, inclusive os chefes de gangues. Depois ele pega os chefes de gangues presos e os leva para suas ex bases e convoca todas as suas gangues.

Para os policiais a oferta é dinheiro, para os bandidos, também é dinheiro, pois essa é a lingua que eles conhecem! Após passarem por um treinamento enquanto os militares tentam segurar as pontas no front de batalha também é determinado que os superiores respeitados na polícia vão ser também os chefes de batalhões e o mesmo acontecerá com os bandidos! Sendo que ambos não se misturam... é respeitado a hierarquia pertencente a cada um!

E aposto que se colocar uma blaizer camuflada na mão dos policiais e um opalão camuflado na mão dos bandidos.... o pau ia comer eles iam saber usar o equipamento... não duvidem....
Outra que eu gostaria de lembrar que por mais defeitos esses tenham... eles são os últimos patriotas do Brasil.

Analisem que muitos bandidos roubam dinheiro pra caralho, marginalizam crianças etc... mas ninguém meche com a sociedade da sua área e tb ninguém passa fome.... Ao mesmo tempo que esses policiais vão contra as próprias leis as quais são regidos para garantirem que algumas coisas mudem...

E eu penso isso da nossa verdadeira força militar.

Olhos molhados

Nessa semana eu terminei um curso que me fez PERCEBER algo que eu já sabia, que é a questão de dar mais importância para mim, não egocentrismo, mas realmente a questão de me importar comigo. Mas é incrivel como certas coisas podem ser compreendidas colocadas em prática mas nunca sem realmente o tijolo cair na sua cabeça. Sim, tijolo, não a moeda e sim um inteiro tijolo.

Esse post existe apenas para compartilhar com quem quiser essa minha experiência e até mesmo registrar esse momento... pois sei que com o tempo as coisas que estão na minha cabeça nesse instante perdem importância e nesse momento eu lerei esse post e saberei.

Como sabia que passaria um carnaval meio morto, até mesmo por escolha, peguei um videos com o Thyrso e entre eles estão "O primeiro ano de nossas vidas", que eu não tinha assistido ainda e "Clube dos 5" que eu já tinha assistido milhões de vezes, quando era mais novo, na TV aberta dublado. Mas por que esses filmes tem algo a ver com alguma coisa? Quem me conhece sabe que eu sou um apaixonado por cinema - felizmente de uma forma amadora, caso contrário filmes se tornariam trabalho e junto ficariam chatos - e sabem que pra mim, filme é filme, eu sei que é de mentira e nunca um filme tinha feito comigo o que essa dupla fez, assistindo nessa sequencia. Uma coisa é ficar emocionado com o filme, o que já me aconteceu muitas vezes graças a fantásticos diretores e roteiristas, mas esses dois encheram meus olhos de água... sim, entre risadas de algumas cenas, provávelmente de desespero, eu me via secando os olhos, provávelmente de alegria e tristeza juntos.

O Gus fala muito de como alguns livros e musicas conversam com ele e eu digo que faram pouquíssimos desses que causaram tal efeito em mim, mas filmes conversam e esses dois acabaram de me dar uma palestra inteira, pois não tenho coragem de retrucar, perguntar ou sequer levantar uma conversa com esses dois filmes, diante de tamanha a grandeza deles, cheguei até a entender porque tantos amantes da arte cinematografica são tão saudosos quando falam de alguns filmes da decada de 80.

A algum tempo atrás eu adotei a comunidade do Povo, transformei-o em "Povo, Crescendo e Amadurecendo" e quem se interessar vá atras da comunidade e leia o que escrevi nas boas vindas, pois tem tudo a ver com esse post. O foco principal na descrição da comunidade é que eu descobri que EU era o Povo, porque, querendo ou não, eu meio que desenhei os principios dele e até hoje sigo.

Qual a relação disso com os filmes? TODA!

Os filmes me mostraram mais uma vez que as pessoas aparecem e somem da sua vida, tanto aquelas que vc gosta como aquelas que vc odeia ou até mesmo aquelas que vc ama. Algumas mudam seus destinos, outras simplismente morrem... afinal, essa é a ordem natural das coisas, mas de qualquer forma tem uma coisa que vc pode querer ficar junto ou ficar separado, não importa porque sempre está com você...... VOCÊ MESMO ... essa é a maior peste de todas pois é sincero como nunca ninguém quer que alguém seja com você, é tão companheiro que chega a ser um grude, te conhece tão bem que chega a ser um perigo - informação é poder, é o que eu sempre digo - e gosta tanto de você mesmo que não vai ligar a minima de te causar mal se com isso vc for aprender algo útil.

E?
Respota: E que tudo isso é uma merda!

É uma merda porque te faz realisar cada vez mais que não importa o que aconteça você sempre está sozinho, o que é o meu maior medo. Estar acompanhado, cercado de pessoas, poucas de confiança ou até mesmo uma só perfeita não importa nada porque no final vc está sempre sozinho mesmo quando for dormir e tiver aquela mulher maravilhosa do teu lado, você ainda está sozinho. Isso é triste, não? Mas ao mesmo tempo é muito educativo.

Eu sempre digo para as pessoas "Se você não fizer nada ninguém fará por você", mas e quando eu vou falar isso pra mim mesmo? Bom.... eu disse durante os filmes. "O primeiro ano de nossas vidas" fala de um grupo de 7 amigos que se formaram juntos na faculdade e começam suas vidas de "adultos" (com 21 anos) e no meio da trama um começa a furar os olhos dos outros, ao mesmo tempo que um está ajudando o outro, ao mesmo tempo que cada um está correndo atrás dos seus próprios interesses, ao mesmo tempo que eles tem medo de se verem separados... novamente... no final... é sempre cada um por si! Um dos personagens fica dependendo do outro para conseguir emprego... SEMPRE e somente quando ele começa a correr atrás sozinho é que ele começa a crescer. Outro viveu tanto tempo louco pela mulher do amigo que chegou a ficar sozinho tempo demais, mas infeliz, não porque ele estava sozinho mas por não correr atrás de seus proprios interesses e se declarar para a amiga que também é namorada do seu amigo, e somente quando ele o consegue fazer é que ele começa a alcançar objetivos... e eu não estou falando só dele conseguir levar ela para a cama... hehehehehehe e vale constar que a amizade deles continuou, claro depois de alguns atritos, mas continuou... porque certas coisas SÃO... é simples assim e tão complexo assim!

Na sequencia assisti "Clube dos 5" que foi feito poucos anos antes e com 3 dos 7 atores principais do "O primeiro ano de nossas vidas". Acho que são raras as pessoas que ainda não assistiram esse filme que fala da vida de 5 jovens que ficam na detenção do colégio como punição por eles terem aprontado. E daí? E daí que os 5 representam 5 tipos de jovens: revoltado, boyzinho, paty, gótica e nerd... todos esses se rotularam ou foram rotulados pela sociedade ou por si mesmos, mas a questão toda é que nenhum deles gosta realmente da rotulação, mas não conseguem se desfazer - até certo ponto não querem - e somente quando eles aceitam que as coisas que acontecem a eles acontecem e ponto final é que algumas resoluções começam a se passar em suas cabeças... eles mudam as coisas não o inverso.

A natureza não manda em mim assim como eu não mando nela ela simplesmente segue um percurso que devo acompanhar.... correr quando necessário, parar quando necessário e andar quando necessário. Acho que até eu me perdi um pouco aqui..... vamos retomar um pouco sim?

Qual a definição de ser feliz?
O faz de alguém ser uma pessoa feliz?

Dinheiro?
Amor?
Aceitação social?
Posses materiais?
Ajudar socialmente?
Sexo?

SIM e NÃO!!!! Exatamente tudo pode deixar como pode não deixar alguém feliz... Complexo? Pra caralho!

Vejam em "Clube dos cinco". A gótica não se acha bonita e portanto se esconde o tempo inteiro e apresenta ações estranhas constantemente... ela não se considera feliz e confirma isso... mas ela não sabe o que é ser feliz porque ainda não tinha passado por uma experiência assim! Quando a patricinha pega ela e realiza um extreme make over então derrepente ela está feliz!

Vamos supor que vc não esteja feliz fazendo o que faz e na verdade vc só será feliz quando descobrir o que te deixa feliz... complexo? Pra caralho!
Exemplo: O cara é feliz pra caralho pescando... mas nunca pescou... nunca sentiu aquele gostinho logo trata a vida como merda.
Eu sou feliz com a maioria das coisas que eu faço, mas será que me manterão feliz para sempre? Não vou saber até descobrir e é essa a questão toda... eu só vou saber quando descobrir! Se eu não descobri agora é porque ainda não experimentei e como eu vou saber se me deixa feliz? Eu não vou tentar fazer de tudo na vida para descobrir a menos que fazer de tudo na vida é o que me trará felicidade... compreendem? Isso tudo está quase nitido na minha mente.. mas ainda está complexo.

Deixa eu tentar mais um pouco colocar essa linha em ordem... se eu não descobri é porque não tive a oportunidade... se não tive a oportunidade é porque ela ainda não apareceu diante das minhas ações... afinal de contas eu não estou parado... assim eu conecto com a idéia de que as vezes temos que correr, as vezes temos que andar e as vezes temos que estar parados...

mas ai eu pioro tudo dizendo que na verdade o certo é estarmos sempre parados...... Como assim???? eu dizendo isso... principalmente eu que sempre digo que temos que ir atras do nosso?

analisa o seguinte... se eu pensar só no final da historia eu não a escrevo, logo eu não a entendo logo eu não concluo nada... sendo que a conclusão ou desconclusão é sempre o final da história... portanto eu não devo correr até ela, nem sequer andar... eu tenho que ficar parado em cada ponto, letra, paragrafo, frase etc.... pois enquanto eu estiver parado apreciando cada momento então sim eu estarei em movimento.... conseguem entender???? derreprente isso está muito claro pra mim!!!!

A idéia toda é ver as coisas acontecendo.... coisas que vc faz acontecer estando parado pois se correr até algo que ainda vai acontecer você pula o que está acontecendo, que tem influência total no que vai acontecer logo... nada acontece... nem o agora nem o depois....

Nossa... essa foi profunda
... chego até a ficar tentado a renovar minha teoria sobre viagem no tempo.... pois analisem que não é possível ver o futuro sem vivenciar o presente que sempre foi passado.... huhuuuuuuuuu.... isso tudo sem beber!!!!!


Só para tentar amarrar tudo.... descobrir o que te faz e deixa feliz é algo que só vc fará... ninguém te ajuda, nada te ajuda... Você é quem põe as coisas no eixo ou as tira... sempre com a intenção de concluir sozinho a felicidade.

Autoria conjunta de Osmir, Paulo, Junior e Murphy.

Chapter IV. The First bar session

Antes de colocar o 4 ° capítulo do livro gostaria de agradecer por descobrir que tenho mais visitantes do que imaginava e pedir encarecidamente que COMENTEM ESSA PORRA quando entrarem...

No caso faço um merchan gratuito para que entrem no blog do renato que está com um template bem legal agora... só falta o infeliz POSTAR!!!! Porra Renato...

Quanto a Aline: Tem uma porrada de erro de portugues mesmo porque eu nasci no pais errado e não sei falar direito essa nossa lingua de merda que não soa poética nem nas mãos de camões (na minha opinião). E antes que fale dos erros de inglês do primeiro capítulo, esse é realmente o nível de inglês que eu tenho... então era pra sair assim mesmo. Mas agradeço que está gostando da história... mas além de comentar as minhas revoltas comenta também o livro porra....

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Chapter IV. The first bar session


Achamos que a volta seria para o hotel, mas na verdade os pilotos nos levaram para o bar novamente, eu não deixava de pensar que na verdade estávamos sobre constante observação. Chegando no bar sentamo-nos juntos logo no saguão da entrada, com iniciativa tomada pela Swahili, que parecia implorar por uma conversa.
Dietrish: Tá, qual parte eu não entendi de todo o processo?
Paulo: Eu vou mais longe, qual parte que eu não entendi daquela merda de sonho?
Shika: Na verdade ficou tudo muito claro pra mim, durante os sonhos iremos treinar também.
Milena: Shikamaru, nessa hora eu tenho que concordar com o Paulo, e corro o risco de acelerar para psicopata Japonês. A questão é que eles podem fazer o que quiser com nossas mentes, pensando bem agora, o Tariq não estava completamente errado em ser contra tomar os comprimidos.
Paulo: Eu praticamente acho que ele deve estar correndo e a hora que cançar de correr vai acabar dormindo. Se ele vai chegar amanhã sem tutubiar no treinamento é porque ele também vai ter alguns sonhos... e acho que vão ser nos sonhos que eles vão convencer o Tariq da importância dele aqui.
Swahili: Até concordo, mas a minha questão é por que eles mostram as coisas e ao mesmo tempo escondem tantas?
Paulo: Eu também to pensando muito nisso.
Shika: Eu acho que vocês estão pensando demais.
Dietrich: E eu concordo com o Tariq quando ele diz que aqui tem. Vocês já perceberam como eles deixam as coisas para depoiS? Tudo será explicado depois! A minha pergunta é quando chega depois.
Paulo: Amanhã eles explicam...
Milena: Como você sabe que eles explicam amanhã?
Paulo: Eu disse que eles explicam amanhã... quando chega amanhã já é outra pergunta!
Dietrish: Por favor, eu já tenho que estudar filosofia todo o tempo, agora não... hahahahahaha.
A descontração da piadinha - pra variar sem graça - foi quebrada pela Katie chegando com bebidas numa travessa.
Paulo: Incrível como vocês se parecem... - me referindo a ela e ao Dietrish quanto a sua habilidade Batiman de sumir e reaparecer imperceptivelmente.
Katie: Vocês já sentaram complicando a historia e eu resolvi fazer o que deve ser feito num bar - todos ficaram surpresos como ela segurava a bandeja e fazia a distribuição das bebidas com propriedade.
Swahili: Obrigada... eu acho...
Milena: Katie, você é garçonete? - sem nem conseguir segurar a surpresa.
Paulo: E eu é que sou o Joselito - claro que todos acompanharam a frase com ar de "que porra é joselito?".
Katie: Não é porque o Paulo é brasileiro que ele é um macaco...
Paulo: Olha eu me fodendo de graça! E conste que a Amazonia não é da ONU, ela ainda é nossa!
Dietrish: Puta merda! To sentindo uma eminente briga cultural.
Katie: Continuando e ignorando a interrupção das duas matracas... Não é porque sou americana e lider de torcida que eu sou rica! Eu também trabalho para sustentar minha vida na faculdade de Mishigan.
Shikamaru: Você não é de Mishigan?
Katie: Na verdade eu sou do Brooklin.
Dietrish: Ganhou pontos. O que se tanto olha pros lados Paulo?
Paulo: Desculpa... além de ser um tique meu de ficar o tempo inteiro olhando para tudo, eu também estou reparando como todo mundo entra e sai das portas, mas ninguém entra naquela porta, a dourada escrito "Saguão de Honra".
Swahili: Essa porta é muito cheia de adornos, eu vou lá olhar.
Shika: Eu vou com você, aconcelho o resto ficar aqui para não chamar excessiva atenção para nosso grupo.

Lá da mesa ficamos prestando atenção nos dois se dirigindo àquela curiosa porta. Chegaram atentos e abriram a porta sem dificuldade, entrando na sala, para nossa surpresa, na sequência sairam, como se nem tivessem fechado a porta, com cara de assustados, olhando para todo o ambiente com olhar de assustados. Reparando no ambiente, percebi que o Largarto estranho que estava no balcão olhava para eles com uma cara que parecia estar se divertindo vendo um ratinho batendo a cabeça contra o vidro. Estranhamente eles voltaram para dentro, fechando a porta novamente e como se mal tivessem fechado a porta sairam novamente! Sem percebermos o lagarto chegou neles no momento da saída, rindo compulsivamente e falando algo para eles que os feis voltar a mesa escoltados pelo mesmo.
- Hahahahahahaa, muito bom. É a quarta vez essa noite que eu me divirto com vocês humanos!!!!
Mais próximo era assustador ter aquele monstro tão próximo a nós. Também era humanóide mas eram visíveis as branquias na região do pescoço, uma arcada dentária que parecia ser inteira de molares, a ausência de nariz, apenas uma protuberância com dois furos e pra piorar ainda gesticulava como um italiano, mais até que eu e a Milena, o que dava pra perceber seus quatro dedos, bem finos e com uma pequena protuberância ossea na ponta deles.
- Parem de me olhar assim, hahahahahaha, vocês vão se acostumar com a minha presença!
Dietrish: Você não estava dentro do salão?
- Esse é meu irmão, mas vocês também podem me chamar de Xaraa.
Katie: Com dois a's?
Xaraa: Como a diferença no nosso nome está só na acentuação, achamos melhor a família inteira se chamar derivados de Xará. Como ele é o que nasceu primeiro entre os ovos, então ele ficou com o padrão.
Milena (surpresa): Quantos vocês são?
Xaraa: Cinco.
Paulo: CARALHO!!! Tudo ao mesmo tempo?
Katie: Você realmente não entende nada de biologia dos répteis não é?
Paulo: Não... - todos começaram a rir... claro que foi da minha cara.
Xaraa: HAHAHAHAHAAHA, fique tranquilo humano, vocês aprendem com o tempo, e daqui a pouco vão até perceber as diferenças que existem entre nós. Eu vou trazer mais bebidas para vocês.
Não conseguimos reagir, cada vez que ele falava era como se nós travássemos, de tamanha auto confiança imperativismo, somente quando ele voltou que a Swahili conseguiu falar, enquanto todos nós olhávamos para nossas bebidas e pensávamos "Como ele sabia que eram essas as bebidas?", inclusive algumas bebidas mudaram, sem precisarmos falar nada.
Swahili: Xará...
Xaraa: HAHAHAH, Xaraa....
Swahili: Xaraa, o que aconteceu naquela porta?
Xaraa: Eu tenho cara de professor? hahahahahahahaha se vocês não sabem é porque ainda não tem que saber.
Swahili: OLHA AQUI, EU VOU COMEÇAR A EXIGIR RESPOSTAS E... - ela foi cortada e assustada, assim como todos nós, por um urro absurdo emitido em conjunto pela boca e branquias do Xaraa.
Xaraa (sério): Eu vou explicar somente essa vez porque vocês não conhecem características dos habitantes do meu planeta. Nós trocamos de sensação com pouco estímulo dirigido e é por isso que ficamos rindo o tempo inteiro e por termos uma biologia com a força evoluida do que vcs chamam de dinossauros somos muito fortes e esse é outro motivo do porque eu e meus irmãos estamos aqui, também para lidar da segurança do estabelecimento. Compreenderam?HAHAHAHAHAHAH acho melhor eu voltar para o balcão... hahahahahahaha... vou pedir para alguma garçonete trazer uma rodada do que vocês chamam de tequila para descontrairem, hahahahahahaha!!!!
Silêncio comunal na nossa mesa e em todo o lounge.
Dietrish: Quem agradece primeiro pelo Tariq não estar aqui? - todos acompanharam com uma risada, menos o Shikamaru.
Shika: Vocês se divertem muito fácil, pelo visto já se esqueceram do que eu comentei hoje a tarde, sobre guerra e morrermos. Eu vou para o meu dojô treinar até a hora de entrarmos naquela nave para o primeiro dia de treinamento.
O que ele falou impressionou a todos e calou nossas bocas pelo resto da noite, tirando pequenas interrupções do Xaraa que nos trazia bebidas para tentar nos alegrar e uma hora até trouxe uma pizza que estava muito boa, mas não conseguiamos conversar mais nada de forma divertida ou chegando a algum lugar e um a um os integrantes da mesa foram se levantando e voltando para os seus quartos. Por último saímos eu, Katie e Milena que nos despedimos na porta do elevador. Ainda teríamos 2h antes de dessermos à praça e eu aproveitei para tomar uma boa e velha Cerveja Original, no gargalo, acompanhada de enroladinhos de salsicha (que adoro), assistindo Independence Day, que chegava até a ser engraçada a suposta conhecidência.

Momento revolta

Vou retomar nesse post o propósito original do blog.... filosofia reclamona que não leva a lugar nenhum e eu também não ligo... então...

O assunto é: O quanto eu virei tão profissional que tudo pra mim pode ser tratado indiferente?

De pequeno eu já tenho o costume de resolver dentro de mim os problemas. Sempre tive aquele pequeno grupo de amigos com quem discuto para, na maioria das vezes, ter certeza da minha linha de raciocínio. Mais velho, trabalhando na área comercial aprendi definitivamente a engolir bucha... e com farinha!!!

Onde eu quero chegar com isso?

A questão é que cada vez que uma pessoa é humana e demonstra seus sentimentos ou corre deles eu chego a ficar chocado! Eu fico chocado por essas pessoas serem mais humanas, provávelmente. E onde isso é problema? É que tudo me parece que seria mais simples se as pessoas simplesmente enfrentassem os problemas ou os ignorassem... mas é incrível como me irrita a forma que as pessoas dão preferência para fugir dos problemas!

Eu sei que parece estranho... mas eu realmente acho que o meu jeito é melhor... eu consigo resolver as coisas e nunca deixo ninguém perdido no ar, e fico mal realmente não quando alguém me fode... mas sim quando alguém não me dá o direito de saber "What the fuck is going on"... isso me emputece!

Post inútil, sem função que também não importa... Percebo que minha linha de raciocínio para esse post ainda não está organizada... mas tem muito mais na minha cabeça!!!!

Chapter III. The First Night

Bom, finalmente escrevi essa porra de 3° capítulo, ele na verdade é curtinho porque a idéia é só fazer uma passagem para onde eu vou conseguir deslanxar essa merda...

Demorou para começarem os treinamento!!!!

Boa leitura Gus e Renato... hahahahahahah
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Chapter III. The first night

Durante aquela viagem pudemos ter uma clara visão de toda aquela "cidade" e percebemos mais três regiões equivalentes a nossa. Olhei para o Dietrish e para o Shika e fiz sinal com a cabeça para a região em questão.
Shika: Merece uma visita - tentou ele falar o mais baixo possível para o barulho do atrito com o ar, afinal a moto em si mal soltava um som.
As meninas que estavam na ponta da moto, próximas ao piloto olhavam para frente, estasiadas com a grande estrutura que viam, um complexo bem largo e baixo, formado de várias pirâmides interligadas por passarelas inteirinhas de vidro.
Milena: Ali é o hospital?
Militar piloto: Positivo General - instantaneamente ele ganhou um cutucão e olhar de reprovação do seu colega.
Milena: General? - falou para o resto de nós.
Shika: Lembrem-se que o Almirante disse que nós o seríamos...

A linha de raciocínio do arrogante Shikamaru foi interrompida pelo pouso da motonave num tipo de heliporto que, no máximo da prova de evolução tecnológica, se formou numa área de uma das pirâmides.
Militar Piloto: Segurem-se, teremos um tranco da atracação.
Paulo: Atraca.......???? BUM! - tirando o Tariq que estava muito bem preso num tipo de padiola (como diria o bom Chapolin) todo o resto foi para o chão.
Dietrish: Filha da puta! - um belo xingamento acompanhado por um carinho na parte mais dolorida do corpo foi um ato comum a todos ali no grupo, o que devéras foi uma cena bem patética!
Enquanto eu ajudava a Milena a se levantar e o Dietrish ajudava a Katie e a Swahili chegaram alguns homens com uma roupa branca com uma faixa azul bem similar a que um dos integrantes mascarados usava.
Médico 1: Nós já fomos informados da sua chegada, gostariam de acompanhar o Tariq até a sala de repouso? - Assim que terminou de falar já se direcionou a entrada, acompanhando a padiola de Tariq que era mantida no alto por dois tipos de ganchos que apontavam para o alto e empurrada por mais dois "Médicos".
Swahili: Primeiro os sexuados...
Dietrish: Swahili, se não fosse esse seu jeito de falar que faz qualquer psicopata tremer, eu diria que vc fez uma piada - e já tomou a frente do grupo, enquanto riamos dessa verdadeira piada, porque a quando a Swahili falou todos trememos, como era de costume.
Katie: Por que vc está mais relaxada?
Swahili: Eu acho que é aqui que eles vão me curar, eu posso dizer que a muito tempo não ficava ansiosa e feliz como estou agora.
Paulo: *O que aconteceu que vc não abriu a boca lá naquela porra?*
Dietrish: *Estava pensando sobre aquele complexo de treinamento. Eu não vi ele lá de cima, mas reparei que existem duas cercas na nossa cidade, uma no lado que dá naquele clone da nossa cidade e outro no lado esquerdo que dá para um descampado enorme... imagino que lá é a nossa área.*
Paulo: *Você viu eles falando que nós vamos aprender a pilotar aquela porra né? Quando eles ensinarem, vamos fazer uma visita naquela cidade, vamos torcer para que o Jamanta nos acompanhe.*
Dietrish: hahahahaha*Não me faz rir porra, temos que manter a descrição! Se tá falando do Tariq né?*
Shikamaru: É claro que é do Tariq.
Paulo: Deixa de ser curioso, seu Naruto Frustrado!

Quando a risada começou a tomar os corredores e eu comecei a pensar o quanto Naruto tinha se espalhado pelo mundo...
Médico 1: Por favor, entrem. Gostaríamos que vcs presenciassem o que vamos fazer que o seu colega - quando terminou de dizer isso, desceu um vidro na nossa frente, dentro da sala, que nos separou do Tariq e seus 3 acompanhantes e nós com o nosso.
Médico 1: Como vocês podem ver, primeiro de tudo daremos o comprimido que alguns de vocês já tomaram para que ele coloque seu sistema em sincronia com o sistema do planeta, no caso, a Senhora poderia fazer a gentilesa de tomar também?
Swahili: Antes eu tenho algumas perguntas...
Médico 1: E todas serão respondidas nessa manhã. O que eu te garanto é que não poderemos tratar esse seu resfriado sem você ajustar o seu metabolismo.
Swahili: RESFRIADO?
Milena: CALMA MULHER - gritou enquanto ela e o Shikamaru a afastavam do Médico - para o avanço deles sua AIDS não deve passar de um resfriado, fica calma e volta a ficar feliz que se não vc vai voltar a ficar assustadora!
Médico 1: Que cheiro é esse?
Paulo: Eu peidei... é que me assustei... desculpa ae gente?
Médico 1: Nós vamos cuidar disso também, afinal de contas esse é o mesmo cheiro dos habitantes da Colônia 993412, e você não quer ser confundido com um deles!
Dietrish: Por que não? - disse com um som nasal por prender a respiração... que vergonha...
Médico 1: Desculpem, já disse demais, gostaria de lembrar que vieram aqui para verificar o bem estar de seu colega, que além de já ter tomado o remédio, acordará em... agora.
Nesse instante o vidro se levantou e sem que percebessemos o grupo de médicos saiu da sala.

Tariq: Que porra que está acontecendo?
Katie: Calma grandão, somos nós.
Milena: Como vc se sente?
Tariq: Vocês... foram vocês que me medicaram? - falou se levantando da cama como quem acaba de acordar no susto.
Paulo: Porra bichão, deixa de ser teimoso, se tem que ver como os caras cuidaram bem de você, nós ficamos do teu lado o tempo inteiro.
Milena: Você pode fazer o favor de responder como vc se sente? Como eu quero ser médica se eu não consigo uma simples resposta como essa? - ahhhh aquele sorriso, é claro que até aquela pedra sentimental amoleceria.
Tariq: Eu estou bem... até demais... mais disposto que o normal. Eu ouso dizer que nunca me senti melhor.
Swahili (agitada): Antes você se sentia indisposto? Quanto? Você tinha alguma doença? Eu preciso de água!
Dietrish: Tó...
Paulo (enquanto a Swahili tem um treco tomando aquele comprimido): De onde vc tira essa habilidade de sempre aparecer com bebidas? Até num hospital!
Dietrish: Quando ela começou a pânicar eu já sabia que ia dar nisso... calma mulher, toma devagar para não engasgar... não sei como, mas eu já sabia - não é que ela começou a engasgar?
Tariq: Como você faz isso? - se levantando da cama.
Dietrish: Sei lá, de vez em quando...
Paulo: Já sei, vc é discipulo de Mãe Diná.
Tariq: Quem?
Paulo: Nada foi uma brincadeira.
Shika: Seis vão ficar moscando ae ou vamos sair logo daqui? - no que ele abriu a porta já estava o Doutor, aquele um dos mascarados, parado.
Doutor: Estava esperando vocês sairem. O que acham de um tour pelas instalações?
Tariq: Seu filha da p... - ele foi interrompido por um belo coice da Milena.
Milena: Cala a boca Jamanta! Agora é a minha vez, eu quero ver tudo Doutor...
Doutor: Hahahaha, tudo eu não posso mostrar, mas vamos passar pelo básico... com uma condição! Antes vocês todos vão tirar um cochilo de 15 minutos, o necessário para seus novos metabolismos. Me acompanhem.
Tariq: Eu vou embora daqui!
Dietrish: Cuidado no cruzamento - assustadoramente Tariq derrubou um outro "Médico" que atravessava o corredor.
Paulo: Cara, você tá começando a me assustar.
Doutor: Não se preocupem, vocês estão começando a ampliar suas noções.
Milena: Noções?
Doutor: Muito cedo para eu explicar, agora entrem aqui... relaxem um minutinho. Se estiverem preocupados, revesem no sono.
Paulo: Doutor...
Doutor: Vocês não estão com sono... eu sei... apenas pensem que estão e dormirão...
Paulo: Eu tenho alguns amigos que iam gostar dessa técnica... hehehe... eu vou fazer o test drive!
Milena: Pera que eu quero acordar rápido para conhecer rápido isso aqui!
Shika: Eu estou com sono, eu estou com sono, eu estou com sono...
Paulo: Eita Japa folgado, quer ser o primeiro em tudo porra!
Dietrish: Eu fico aqui cuidando das..........

Não mais que derrepente eu estava dormindo, e como se fosse o sonho mais claro que eu pudesse ter, estava ao lado da Milena e do Shika, mas por mais que tentássemos, não conseguiamos falar, o que foi um pouco desesperador até que ouvimos a voz do Doutor:
- Não se assustem, esse é o centro de tratamento cerebral. Toda noite quando dormirem seus 15 minutos, passarão por um treinamento. Como o grupo de vocês é um pouco mais acelerado eu já vou adiantar a visita ao hospital que vocês fariam de manhã.
Como se fosse involuntário sentimos nosso corpo ser arrastado pelos corredores das pirâmides. Nós não estávamos andando, estávamos flutuando enquanto ele nos mostrava várias salas, todas iguais, sem excessão, apenas com números sequenciais em cima.
- Vocês devem estar se perguntando duas coisas, a primeira é se eu também estou dormindo e a resposta é não. Na verdade toda noite vocês serão visitados por um de nós, seus superiores, ensinando coisas que não valem a pena ensinar durante o dia e a segunda pergunta, que provávelmente a senhorita deve estar se perguntando mais ainda, é porque diabos todas as salas são iguais. É que na verdade as salas são como seus provedores de alimentos, nos podemos equipar a sala como quisermos para o que quisermos.
Então que passamos na frente de uma sala com uma porta diferente, toda vermelha e ao invés de ser de correr como nas outras salas, essa era maciça e com dobradiças, nos tres percebemos mas não conseguiam falar nada.
- Não olhem assim, não sou eu que vou explicar sobre essa sala, mas vocês vão descobrir em breve. Agora vamos voltar, já utilizamos os 15 minutos. Falando nisso, não contem nada para os outros, vocês não querem estragar a surpresa né?

Derrepente eu estava novamente no quarto com a Milena e o Shikamaru acordando ao mesmo tempo e um médico estava com um tipo de caneta que piscava na região inchada do rosto do Dietrish, causada pelo soco do Tariq.
Swahili: Então, vocês sentem alguma coisa diferente?
Paulo: Sim, eu estou descançado pra cacete!
Milena: Ai Paulo, eu sonhei com você.
Paulo: Ai que bonitinha... hahahahahah
No que saímos das camas eles tomaram nossos lugares e nós não nos aguentamos dar umas risadinhas.
Doutor: então, gostaram do passeio?
Paulo: Devéras repetitivo, hehehehe!
Milena: Concordo, mas porque tantas salas se são todas iguais?
Doutor: Os treinamentos vão começar e vocês irão perceber. Agora relaxem ai, quando eles acordarem, saiam pelo corredor e já terão alguns militares esperando para levá-los de volta ao bar.
Shika: E quanto ao brutamontes?
Doutor: Não se preocupem, amanhã demanhã ele estará no treinamento com vocês e por vontade própria.
Ele se foi da mesma forma que apareceu, eles tinham uma habilidade razoável de chegarem de fininho.

If I go, Will you follow?

Todo mundo sabe que eu não curto esse negócio de postar lyrics em blog... acho que não acrescenta nada.... mas quando vc pega seu iPod, destrava ele e começa a tocar uma música sem nem sequer aparecer o ícone de play... muito pelo contrário... no display aparecia que estava pausado... mas pelos fones eu estava ouvindo essa música....

resultado.... estou ouvindo essa mesma música a quase 24h em looping....

Banda: Tiamat
Música: Cain
I gave you my love
Though crystalized
I sent you a rose with nevermore
So many years
So many hours
And only thistles on my shore
For all that it's worth
The blood on my hands
Is the blood of divinities
And all that is lost
Sound or unsound
Only bonds between you and me

If I go will you follow
Me trough the cracks and hollows
And I would be your Cain
If you would be here now

The Mother-of-Pearl
Handcrafted by God
You're the tower they built to reach the sky
A White Falcon beauty
My mark on your skin
Follow me down the stairs when we die
Your soul is in heaven
Your body in hell
It doesn't matter much to me
In the night of the unborn
Sound or obscene
Only bonds between you and me

If I go will you follow
Me trough the cracks and hollows
And I would be your Cain
If you would be here now

Blessed be our Lady Nuit
Guide us to Ra-Hoor-Khuit
In your night we find shelter
Before the Helter Skelter


Estranho???? Só um pouco baseado nos últimos eventos....

Turistas: o filme é realmente ruim?

enquanto eu trabalho em cima do 3º capítulo da aventura do pessoal vou fazer minha análise do filme Turistas.

Primeiro gostaria de agradecer meu fornecedor de DVD´s de procedências discutíveis por ter me emprestado o DVD para assistir e poder devolve-lo depois....

Certo...

O filme é horrível.... e eu não estou com sarcasmo. Tirando 2 ou 3 atores, o resto é tudo horrível... no caso tá ai um filme de coadjuvantes e dubladores já que eu não reconheci nenhum ator Brasileiro, mas reconheci a voz da maioria de alguns seriados dublados. Quanto aos atores americanos, pegaram um grupo de atores de series B e fizeram o que puderam.

Quanto as filmagens, é um embalo master de a Bruxa de Blair, pelo menos quanto ao resultado da imagem.

Em compensação.... o roteirista é um gênio. Por sermos brasileiros, o filme pega onde dói! sem dó!

Verdades:

Slogan do filme: "No pais onde pode tudo". E isso é mentira??? como diria o Thyrso ou a Ju "É Brasil".

Quanto aos Turistas: os personagens vem para o Brasil não para conhecer o rio de janeiro ou São paulo ou qualquer lugar do Sul... eles vêm para usar drogas, fazer sexo e beber muito nas praias do nordeste brasileiro. De novo, eu insisto, é mentira???? São Paulo, RJ e o Sul você vem para negócios, o resto é para oba oba! Já trabalhei numa empresa que o gerente de TI me contou que em suas férias foi para pernambuco (não é nenhum outro mundo) e enquanto estava numa picina natural apareceu uma menininha que disse:
- Tio, isso no teu braço é Maria.
- É sim, uma tatugem da padroera.
- Legal tio, quer que bata uma punheta por 5 reais?
- O QUE??? Não menina, sai daqui.
- Tá bom tio, tchau.
Para e pensa né pessoal????? Os caras do filme ainda tiveram a descência de jogar a galera no meio do mato e do nada!!!! onde não existe nenhum tipo de civilização.
Outra coisa é que durante o filme inteiro os personagens ficam com um baseado enrolado atrás da orelha, fumam e bebem o tempo inteiro, no meio do nada, sem saber falar português e ainda largam tudo na praia. É claro que tiveram suas coisas roubadas.... O que é verdade!!! Quem não vai na praia e deixa alguém cuidando das coisas enquanto o resto vai nadar ou comprar alguma coisa????

Quanto a população: a população brasileira é bem a população brasileira, simples e ignorante. E tão típico como qualquer interior brasileiro, vivem na subsistência mas não passam fome. A população é formada de pessoas más e pessoas boas. As más são aquelas que não valem nada e estão envolvidas com a história toda de transplantes de orgãos.

Mentiras:
transplante de orgão: isso é no mundo inteiro, mas o legal é o discurso que o médico que faz isso depõe quando diz que na europa ou nos eua vc fica anos aguardando um transplante e no final consegue, áqueles que tem dinheiro vem para o brasil e burla nosso sistema para comprar os orgãos, enquanto o brasileiro que não tem dinheiro nunca vai ver tal orgão, então ele faz isso para contrabandear os orgãos para hospitais brasileiros que precisam dos orgãos.

A merda brasileira: isso é o que mais dói no filme... dá a entender que o brasil inteiro é uma floresta, em momento nenhum eles deixam claro que aquele brasil existe em regiões como aquelas. mas ao mesmo tempo... se formos analisar... é verdade... temos 3 Brasil: metade do sudeste e sul, as capitais turísticas e o interior das regiões do primeiro grupo, e o resto onde não chega a lei nem a civilização (cenário do filme).
_________________________

O mais legal no filme é que ele é dividido em duas populações brasileiras as do começo do filme, que não valem nada, mentem, são brutas, ignorantes, porcas etc e a do final do filme, que salva os turistas, é bondosa, divide o pouco que tem etc, quanto a isso a melhor frase que resume tudo "come um tiquinho minha filha, pede mais se quiser".

O problema é que lá fora os estrangeiros são ignorantes e não conhecem nada sobre o Brasil, não sabem distinguir SP do meio do nada nordestino e isso é que fode tudo. Mas até certo ponto, até onde o erro é deles? Por que o brasileiro não pega um pouco do seu patriotismo carnavalesco ou futebolístico e não faz as coisas acontecerem? Ai sim, talvez a gente possa reclamar quando aparece um filme desse tipo... o problema no filme é que você não tem um vilão brasileiro ou um cenário brasileiro (como em anaconda)... a merda é que o vilão do filme É O BRASIL!!!!

E novamente... uma homenagem para o thyrso e a ju: É Brasil!

Pra variar termino uma análise sabendo que esqueci alguma coisa!

A arte que emociona

Eu sei que fiz um post ontem... mas sabe quando vc se sente obrigado a fazer mais um???

Todos aqueles que me conhecem sabem o quanto eu gosto de tecnologia... é claro que eu não sei tanto quanto alguns, como sei mais que outros, como sei mais e conheço menos termos ou sei menos e conheço mais termos... nessa área eu considero tudo isso comum...

Sabem também que eu adoro arte, não sou muito chegado nas veias modernas porque não mechem comigo... mas as obras de alguns seculos antigos e a arte de alguns gibis, desenhos (gibis), filmes bem produzidos e músicas que consumiram suor também me causam aquela reação de arripiar... saca???

Mas hoje me deparei com esse sentimento de arte que a muito tempo não tinha, e adivinhem... eu estava navegando no site da Apple...

SIM!!!!

Foi como acompanhar o olhar do retrato de Napoleão na amostra que aconteceu na FAAP...

tudo começou olhando o novo iPhone... depois pulei para o AppleTV... que me levou a fazer comparações de especificações entre os iPod's e com o iPhone... quando me vi lendo as especificações (pela milhonézima vez) do Mac Books e já estava procurando valores foi quando se concluia aquele orgasmo artístico... para vocês terem uma idéia...

segue a conversa que eu tinha com o Gus na hora.... percebam como ele não respondia e mesmo assim eu continuava postando...

I'm O. PAULO diz (11:10):
http://www.apple.com/iphone/
I'm O. PAULO diz (11:10):
monstro é a mãe...
神杖 diz (11:10):
já vi
I'm O. PAULO diz (11:11):
to vendo agora...
I'm O. PAULO diz (11:11):
se viu a demonstração das funções????
神杖 diz (11:12):
Apple dá medo, cara.
I'm O. PAULO diz (11:12):
o pior de tudo é que essa porra só vai custar 600USD... se vc for analisar é barato pra porra...
I'm O. PAULO diz (11:12):
se viu como vc pode selecionar os albuns da função iPod??? como numa musicmatch
神杖 diz (11:12):
é, cara...
神杖 diz (11:12):
Maça destrói.
神杖 diz (11:13):
cê acha q eu já não tô sonhando em ter um desses?
神杖 diz (11:13):
pq ISSO é um cellphone.
神杖 diz (11:14):
não aqueles lixos que a motorola e cia ltda cismam em ficar trazendo pro brasil
神杖 diz (11:14):
agora, teve uma parada q eu achei PORCA no iPhone
神杖 diz (11:15):
duração de bateria dele ficou super fraquíssimo
I'm O. PAULO diz (11:16):
sério???? quanto tempo???
I'm O. PAULO diz (11:16):
ainda não cheguei na parte técnica...
神杖 diz (11:16):
se não me engano
神杖 diz (11:16):
5 horas usando funções do OS
神杖 diz (11:16):
e 10+ horas usando phone
I'm O. PAULO diz (11:16):
cara... vamos analisar....
I'm O. PAULO diz (11:17):
5 horas de uso constante certo???
神杖 diz (11:17):
não, é ruim. é igual os outros.
神杖 diz (11:17):
eles fazem tudo super foda, espancando os outros, e fazem uma bateria pior que as dos blackberry?
I'm O. PAULO diz (11:17):
exatamente....
I'm O. PAULO diz (11:18):
o problema é que meu iPod eu ouço pelo menos 12h por dia... o que significa que ele não aguentaria... saca????
神杖 diz (11:18):
então, pô. eles deveriam ter esperado e pesquisado melhor uma solução pra essa bateria
I'm O. PAULO diz (11:19):
é... tipo... tá estranho...
神杖 diz (11:19):
mas é Apple. eles pelo menos não mentem
神杖 diz (11:19):
igual a do V3 que a motorola coloca q é sei-lá-quantas-horas e no fim é uma merda e não aguenta nem duas horas jogando no celular
I'm O. PAULO diz (11:20):
é que eles todos colocam horas em stand by... saca??? tela desligada e tudo mais...
I'm O. PAULO diz (11:21):
agora quando o assunto é consumo... ai fode tudo...
I'm O. PAULO diz (11:23):
se viu o cd que tá selecionada na página de techs??? Nelly Furtado!!!! os caras nem são cult né???? ouvir música brasileira é foda... hahahaha
I'm O. PAULO diz (11:25):
Battery

* Up to 5 hours Talk / Video / Browsing
* Up to 16 hours Audio playback

I'm O. PAULO diz (11:25):
cara.... o bagulho é muito foda...
I'm O. PAULO diz (11:25):
não achei ruim não...
I'm O. PAULO diz (11:25):
é só o esquema de colocar para carregar toda noite...
I'm O. PAULO diz (11:25):
o que se bobiar dá pra fazer por usb.... hahahahaha
I'm O. PAULO diz (11:26):
carregar o seu mobile por USB!!!!!!
I'm O. PAULO diz (11:27):
calcula comigo... 16h de audio... se você usa o telefone umas 2 horas por dia... o aparelho aguenta um dia inteiro de uso....
I'm O. PAULO diz (11:27):
tipo... o do renato ainda aguenta dois dias... e ele fica o dia inteiro ouvindo aqueles mp3...
I'm O. PAULO diz (11:27):
agora... 135g é desumano hein???
I'm O. PAULO diz (11:29):
e esse Apple TV????
próximo passo...lançar um videogame... e depois dominar o mundo!!!!! VAI TOMAR NO CU!!!!
I'm O. PAULO diz (11:30):
você conecta o bagulho na TV com cabos e ele se conecta ao teu mac via wireless... e só não conecta na tv via wireless porque ela não é feita pela MAC!!!
I'm O. PAULO diz (11:33):
iPod Nano: Up to 24 hours of music playback; up to 5 hours of slideshows with music
iPod 80GB demônio e bitelo: Up to 20 hours of music playback; up to 6 hours of slideshows with music; up to 6.5 hours of video playback
iPod 30GB bitelo e não tão demônio: Up to 14 hours of music playback; up to 4 hours of slideshows with
iPhone:Up to 5 hours Talk / Video / Browsing e Up to 16 hours Audio playback
I'm O. PAULO diz (11:35):
CONCLUSÃO: NA VERDADE O iPHONE MELHOROU TUDO.... TIPO ASSIM, A NÍVEL DE.... 16H DE MÚSICA E 5 HORAS PRA FALAR, VER VÍDEO E NAVEGA NA INTERNET... É FANTÁSTICO!!!!
I'm O. PAULO diz (11:35):
outra... um notebook fazendo tudo isso e muito mais... não aguenta mais que 5 ou 6 horas...

What the Fuck is Going On... Parte 3 Concertada

Isso mesmo... ignorem o último post da história....
Ficou tão ruím que eu reescrevi e por isso tive até que reescrever uma parte da parte dois, que também está nesse post!

Então leiam e me digam se melhorou... eu gostei bastante da conclusão desse capítulo.

E não percam próxima semana a abertura do 3° capítulo... onde começará o treinamento... hua hua hua hua hua.

_________________________________________
Anfitrião: Gente, Gente, todos por favor juntos comigos, e me sigam, não tem como se perder porque é logo aqui do lado!
Ele seguiu pela calçada do hotel por 2 quarteirões e chegamos num sobradinho meio quiosque, com a porta fechada, super sucegado com uma área aberta na lateral.
A surpresa foi quando entramos no "sobradinho", o lugar era grande pra caramba cabiamos os 30 bem confortáveis. Nesse primeiro ambiente tinha um bar, sem ninguém atrás e estava tudo vazio e no fundo haviam mais 5 portas, uma ao lado da outra, cada uma com um nome diferente.
A primeira porta da direita era muito alta, larga e aparentava ser bem espessa, cheia de detalhes que lembravam castelos, exércitos, reis e um relevo escrito "Saguão de Honra", e SIM, estava em português, o que de imediato me fez imaginar que para cada um devia aparecer em sua lingua. A segunda porta na verdade era uma giratória toda preta e em sima tinha um neon azul escrito "Hard as a Rock", o que me fez pensar "por que diabos essa está em inglês e com o nome de uma música do AC/DC? YES!". A 3a porta era dupla, toda vermelha, igual às portas de emergência e nela tinha uma pintura escrito "Pipoca", o que parece bem óbvio, devia ser uma sala de cinema, mas que filmes eles passariam ali? A 4a porta era uma cortina verde de trepadeiras e em cima tinha um emaranhado de arame que formavam o símbolo "O2". A 5a e última entrada na extrema esquerda eram duas cortinas vermelhas com grossas cordas douradas vindo do alto, em cada pano que formava a entrada tinha um bordado, também dourado, que lembrava o globo da Terra.
Anfitrião: Venham, venham, não parem. - a medida que falava, seguia em direção às cortinas vermelhas, já seguido por outros do grupo.
Paulo: Se não vem não?
Tariq: Eu não sei o que é pior. Ficar aqui sozinho ou entrar junto e me deparar com seja lá o que tem ai dentro.
Milena: Eu estou com muita curiosidade pra fazer companhia aos dois.
Paulo: Você ouviu a Macarronada!!! Vamos segui-la vai, afinal, você não quer deixá-la desprotegida lá dentro né?
Tariq: Você quis dizer "Eu não quero sair do lado dela", né?
Paulo: Não precisa falar tão sério como se eu estivesse errado.
Tariq: Vamos vai.

Quando entramos, estávamos no escuro total,completamente perdidos e por um instante até pensei que o Tariq tinha toda a razão, mas...

- SURPRESAAAAAAAAAAA!!!! - derrepente todas as luzes se acenderam e tinha gente pra burro ali, todas vestidas com roupas bem coloridas, ao contrário do que tinhamos visto aquela tarde e dessa vez as roupas lembravam um pouco o corte dos anos 80 misturado com um Q de Startrek. Com tanta coisa pra me preocupar, na hora eu pensei que eu não queria usar aquele tipo de roupa nunca nesse mundo!

Todos batiam palmas para gente e alguns olhavam, soltavam risadas e comentavam qualquer coisa com os próximos. Enquanto isso acontecia, o Anfitrião subiu ao palco onde se encontravam os outros 9 Mascarados que também estavam batendo palmas para nós. Ao chegar lá em cima ele foi para a ponta do palco e começou a falar, como se tivesse um microfone em sua boca:
Anfitrião: Não fiquem acanhadas crianças, está é uma festa para vocês que eu organizei com muito amor. Bebam a vontade e socializem, afinal é para isso que inventaram as festas!Também sintam-se a vontade para conhecer as outras dependências da nossa casa! Agora eu passo a palavra para o Almirante que irá desejar-lhes as boas vindas! - mal terminou de falar e deu alguns passos para trás, tendo o lugar tomado pelo Almirante, que também tinha a voz microfonada.
Almirante: Sejam bem vindos heróis da Terra. Sei que você devem estar se fazendo muitas perguntas e alguns ainda estão desconfiados demais para se divertirem, mas concordei com o Anfitrião em fazer está festa de boas-vindas porque nada mais justo do que colocar sorrisos em rostos que verão a guerra - ele fez uma pausa como se pensasse no que tinha acabado de falar e percebi que a multidão trocou alguns cochichos, enquanto nós só ficamos pior ainda - Desculpem, tentem não pensar nisso, amanhã teremos o primeiro dia de treinamento muitas outras coisas serão explicadas - nisso o médico se aproximou do ouvido do Almirante e assoprou algo - Bom, concluindo, festejem e divirtam-se, acreditem... estão entre amigos. Agora passo a palavra para o Doutor - saiu da posição enquanto o outro Mascarado com a faixa azul tomava seu lugar.
Doutor: Então pessoal, o que o Almirante falou é verdade, estão todos entre amigos. Primeiro gostaria de dar-lhes as boas vindas e dar alguns recados que podem chocar vocês. Primeiro que já reparei que alguns de vocês estão demonstrando uma certa cara de cansaço, típica de SONO! A função do comprimido que estava em suas camas é exatamente balancear os sistemas internos responsáveis por fusos horários e necessidade de sono. Gostaria de pedir àqueles que ainda não tomaram que o façam ou vão dormir, afinal todos tem que estar acordados amanhã ás... - virou-se para o Almirante, como quem pede a cola - 6 horas, certo, obrigado! E uma das funções desse medicamento é corrigir uma função dos seus corpos e fazer com que apenas 15 minutos de sono por dia sejam o bastante para recarregar completamente suas energias. - nessa hora ele foi interrompido pelo Anfitrião que colocou sua mão no ombro do Doutor.
Anfitrião: Chega dessas coisas chatas Doutor, estão todos aqui para festejar e o que importa é que nos bares dessa casa vocês encontrarão todo tipo de bebida e nenhuma delas pode deixar vocês bêbados travados, apenas um pouco altos, que é o ideal... não se preocupem com ressaca ou nenhuma doença. Pessam o que quiserem para os copeiros. BOA FESTA! - nesse momento ele apontou para o lado e nós reparamos num monstro meio réptil, meio humano, que parecia um dinossauro humanóide, o filha da puta tava com o que parecia um sorrisão na cara e ainda assenando para nós, que instanâneamente demos um passo para trás com razoável medo. Estranhamente,menos a Katie.
Nós ficamos ali congelados enquanto todos começaram a bater palmas e até se aproximar da gente o que implicou automáticamente em passos em vão para trás. Mas eles vinham, falavam seus nomes, ofereciam suas mão para apertos, alguns abraçavam, algumas mulheres davam beijos no rosto e eu cheguei a faturar até um selim de uma delicinha que estava por ali distribuindo selim pra todo mundo, realizando uma orgia de babas! Sem saber o que fazer devolvemos os comprimentos e sorriamos. Troquei alguns olhares com o pessoal da panelinha que também pareciam desconfortáveis, o mais chocante de tudo foi ver a Katie se descolando do grupo e indo em direção ao bar, em direção ao monstro! Engraçado também estava o Tariq, duro como uma pedra, sem sorrir para ninguém e ainda checando a mão de todo mundo que vinha apertar a sua. Eita cara paranóico!
Quando a coisa acalmou percebi que estava tocando algum tipo de música eletrônica e tinham algumas pessoas dançando no meio da pista, nessa altura nossa panelinha já estava toda junta, enquanto que percebi que outros estavam dançando no meio ou estavam conversando com alguns nativos.
Paulo: Eu to chocado!
Milena: Agora se falou que nem o Anfitrião.
Paulo: Olha eu me fodendo de graça!
Swahili: Vocês tomaram aquela droga?
Tariq: Eles sim, eu não e você?
Swahili: Não tomei e estou morrendo de sono, eu já estava dormindo quando fui abduzida.
Paulo: Eu acho que vocês tinham que parar de cú doce! Vai dar tudo certo.
Milena: Eu concordo, eu estou super bem e adorando tudo isso, e acho que vocês também vieram pra cá pra saber direito que porra toda é essa!
Tariq: Eu não vou tomar e também não vou dormir, nem fodendo vou dar sorte pro azar.
Paulo: Sorte pro azar? No meu caso, se eu desse um pouquinho só do meu azar para a minha sorte eu já teria uma vida mais fácil... eu não sou um cara sortudo, e sabe por que eu sei que está tudo bem? Por que é tudo uma bateria universal que está carregando minha sorte para ser gasta num azar enorme depois, vocês viram ele falando sobre guerra e tudo mais depois né?
Todos ficaram sérios por se lembrarem da questão da guerra até que derrepente.
Dietrich: HAHAHAHAHAHAHA, essa é a melhor teoria de conspiração do caos que eu já ouvi Paulo! Cala boca e vamos beber!
Tariq: De onde vocês sairam e o que é tudo isso?
Katie: Eu tava conversando com o fofinho do Xará e pedi uma bebida quando chegou o Dietrich atrás de mim pedindo duas. Ele perguntou por que já não trazer para vocês.
Dietrich: Eu falei que não sabia o que vocês queriam beber e ele disse que era pra isso que estava lá!
Swahili: O nome daquele monstro é Xará?
Katie: Não. Eu perguntei o nome dele e ele soltou um tipo de urro...
Dietrich: Eu quase me caguei nas calças nessa hora! Mas ai ele pediu para a gente chamar ele de Xará porque provávelmente nunca acertariamos o lugar do acento e depois caiu na risada!!! HAHAHAHAH!!!
Paulo: Como ele sabia que eu adoro Bavaria Premium, quente e sem copo? - sim... eu adoro cerveja quente e bebo direto do gargalo.
Dietrich: Pergunta difícil, mas eu também to tomando uma delíciosa Brahma.
Paulo: O ignorante! Brahma é brasileira. Depois você quer competir cerveja?
Dietrich: Eu falei que adoro essa cerveja, não falei nada que é a melhor que eu tomo!
Tariq: Calem a boca! - saiu um grito acompanhado de um copo de hi-fi se dirigindo raivosamente ao chão - vocês estão levando isso tudo muito numa boa, vocês também devem ser um deles - Dietrich deu um passo para frente e ameaçou um pedido de calma, mas recebeu um bom e velho soco na cara que o levou ao chão.
Tariq saiu correndo pela porta enquanto algumas poucas pessoas que estavam próximas estavam transtornadas e fazendo sinais de desaprovação. Swahili e Milena se abaixaram para ver como Dietrich estava. Eu olhei para o Shika que estava por perto.
Paulo: Eu vou atrás dele, algo me diz que ele vai fazer besteira ou provar que está certo.
Shika: Estou logo atrás.
Dietrich: Eu é que não vou ficar para trás.
Katie: Meninas? - recebeu um sinal de sim das duas que nos acompanhariam.
Fomos correndo até lá fora, sendo que deixamos nossas garrafas nas mesas da ante-sala, acompanhados de muitos olhares curiosos e alguns ainda em pé devido a forma que provávelmente Tariq passou por ali. Chegano do lado de fora, o vimos atravessando a rua e correndo em direção a... lugar nenhum! O cara estava perdido.
Derrepente, do nada, se acendeu uma luz acima de nossas cabeças, apontando para o Tariq, vinda de uma moto voadora com dois militares em cima. Um deles pulou da moto e acionou o que pareciam Jetpacks em suas costas. Na hora paramos de correr e travamos em nossos lugares, bem atrás de onde o Militar voador aterrizou.
Militar voador: Fiquem calmos.
Tariq: SEUS FILHAS DA PUTA!!!- apontando para o Militar Voador que acabou chamando sua atenção.
Quando ele virou para o outro lado para continuar sua fuga, a moto voadora aterrisou em sua frente, com um militar apontando o que parecia uma arma para ele. Na hora não deu tempo de prestar atenção nos detalhes da arma, mas do jeito que Tariq ameaçou tentar outro caminho a arma disparou, acompanhada de um grito conjunto da nossa parte e até alguns passos de recuo.
Militar voador: Fiquem tranquilos, aquilo é somente um sedativo, nós já estávamos preparados para alguma reação de alguém do grupo de vocês. Nós vamos levá-lo ao hospital para repouso, vocês podem continuar na festa ou caso sofram da mesma desconfiança podem acompanhar a gente e vigiar seu amigo!
Milena: Eu... eu...eu quero ver esse hospital.
Paulo: Eu vou junto, é bom o Tariq ver algum dos nossos rostos quando ele acordar.
Dietrich: Vai ser o meu rosto inchado sorrindo pra ele.
Militar voador: Quanto a isso, fique tranquilo, com uma piscada você estará bem.
Swahili: Acho que o Tariq tem razão com uma coisa, só ele está com a pulga atrás da orelha.
Militar voador: Todos a bordo! - nisso sairam duas pranchas nas laterais da moto com moldes para os pés e um corrimão onde nos segurar. Assim que subimos eu já me prendi como se a minha vida estivesse em jogo, era a soma perfeita, altura e moto, eu morro de medo dos dois!
Militar piloto: Todo mundo tá firme? Fiquem tranquilos, em umas duas semanas vocês é que vão estar pilotando essa delícia de combate!
Paulo: Ai caralho...
Milena: Não se borra hein! HAhahahaha - olha eu me fodendo de graça, todos começaram a rir.

Próximo post... 3° Capítulo.
Ps: desculpem os milhões de erros, na releitura eu reparei... mas estou com preguiça de corrigir.

Kill Bill é um lixo e por isso que é maravilhoso!

Certo,

É ano novo e pra mim é como se fosse um desses domingos tediosos. Não é por falta de convites, já que eu poderia estar no sítio do Thyrso, na casa da Camys, na casa da Nonna ou até mesmo em Campinas, mas sabe quando vc só quer ver o ano virar log e mandar tudo tomar no cú?

Estou compelido de uma saudades orquestrada do Povo, sim... aquele antigo Povo que eu acho que nunca vou ter igual, mas quanto a isso também foda-se.

E outra coisa. Não adianta comentarem para essa parte do post que eu tenho que me animar, se não tem nada que eu possa fazer pra melhorar isso, repetir o que eu escrevi no forum de recepção da comunidade "Povo"etc etc etc e tal... Só escrevi isso porque precisava desabafar e foda-se o que pensarem a respeito.

O verdadeiro propósito desse post é fazer a minha análise de Kill Bill Volumes I e II, que após assistir me apareceu um urgência de fazer isso. Como eu assisti no meio da semana, imagina como isso está martelando na minha cabeça.

Gostaria de avisar que vou comentar os dois filmes como sendo um só... porque é isso que eles são.
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Pra começar que o filme é horrível. Sim, é péssimo! E é por isso que ele é maravilhoso.

Começa que o ator principal do filme é a mente de Tarantino, nada de Noiva, nada de Bill. Portanto imagina assistir um filme onde vc não se identifica com um personagem e fica o tempo inteiro pensando "O Tarantino é completamente maluco!".

Não vou falar da falta de sequencia cronológica no filme porque isso é a única coisa que presta no filme, já que já foi usado milhões de vezes por outros escritores e diretores.

A Thurman nunca esteve mais feia. Parece que o Tarantino fez ela ficar feia e enxugada de propósito para criar asco. Onde já se viu ter asco da heroina? E para aqueles que lerem isso e lembrarem o quanto eu odeio pés... lembren-se a quantidade de vezes que aparecem pés nojentos no filme. Quanto a esse assunto, a melhor cena pra mim é a do caixão, onde ela está de meias.

Outra coisa quanto a Thurman é a questão dela estar sempre apavorada, ela não demonstra frieza, ao contrário, nós temos aqui uma heroína que o tempo inteiro se entrega para os sentimentos mais desesperados que existem. Onde já se viu uma heroína que está sempre desesperada? É por isso que ninguém gosta do Frodo de Senhor dos Aneis, ele também está sempre desesperado, meio gay e com o pé a mostra!

Alguém me explica essa lambança de Velho/Novo Oeste com Samurai? Ele quis colocar a cultura samurai (aplicada entre homens de honra no oriente) nos Yankes. A única coisa certa é que se o ocidente tivesse uma cultura samurai, com certeza não seria usada por pessoas de bem, como bem demonstrado no filme, o que remete novamente a: quando vocÊ está torcendo para a heroína, está na verdade torcendo para uma vilã, e o inimígo dela é o bonzinho. O Bill é bonzinho???? Como assim Paulo??? Aposto que você está bebendo enquanto escreve isso.

Primeiro que não estou bebendo porque vou primeiro escrever isso depois vou no postinho comprar umas cervejas para o meu "FANTÁSTICO ANO NOVO". Quem teve ou tem um certo nível mínimo de nerdísse e conseguiu olhar para o Bill e não ver o Kane que atire a primeira pedra. O filme na verdade deveria se chamar "A revolta de Kane", onde o famoso herói de Kung Fu se revolta e com a idade resolve virar o chefe de um grupo de assassinos para matar outros assassinos e nesse inteirim ele mata a pessoa errada (noiva) que resolve ter sua vingança! Até a flauta ele toca!!! Fassam-me o favor, esse filme é Kill Kane e quem em são consciência mataria o Kane??? O cara é muito foda!!! A única cena de luta dele que dura 10 segundos é a mais perfeita do filme inteiro!!!

Acho que o maior defeito do filme é realmente tentar colocar o oriente no ocidente e vice-versa!!! Vide a Lucy Liu, a garota Pantera mandou bem pra caralho!!! Por que? Porque era uma oriental, fazendo coisas orientais. E quanto a parte dela ser chefe da Yakusa? Eu não me atingi por isso, mas aposto que é bom o Tarantino não aparecer praquelas bandas por um tempo.

Quanto a Daryl Hannah. Nossa, que delícia! Vou mais longe... na minha opinião se fossem fazer um filme da versão femininado Hannibal Lecter, tá ai a mulher!!! Muito FODA!!! E aquela luta dela com a Thurman? Ficaria perfeita se a Uma não estivesse descalça e pra variar lutando tão desesperada.

Quanto ao Mr.Madson, esse cara sabe o que faz... no caso começo a achar que ele só sabe fazer isso, porque todos os personagens dele que me lembro são de capangas da máfia, bons de tiro, sarcástico e frios. Ele sim deveria ser o herói do filme, e apósto que todo mundo ficou triste dele ter morrido. Afinal o próprio Tarantino não cometeu o erro de deixar a Thurman matar ele, afinal seria um desperdício.

No caso, se ninguém percebeu, vamos dar a atenção para as releituras. Bill é o Kane, igualmente treinado pelo Pai Mei, Madson como sempre um capanga da Máfia, Hanzo sendo o Hanzo que ele já interpretava num seriado antigo - o que eu não sabia e de quebra descobri o porquê do uniforme do Hanzo do jogo de PS2 Samuray Warriors - e a Uma Thurman descalça pra variar (vi mais 2 filmes dela esse FDS que ela também vive descalça).

Quanto àquela parte em anime no meio do Vol I. O que é aquilo??? Parecia um clipe para o Korn. Tá explicado porque não existem americanos dirigindo Animes.

Quanto aos takes de câmera. Não tem um se quer que faz sentido, e aqueles que fazem são os que vc entende mais coisa.

Agora, vamos somar tudo no liquidificador e ver no que dá...................... ARTE! SIM!!! ARTE!!!

A quanto tempo você não tem o prazer de ver um filme que te surpreende do começo ao fim? Não aquela seção pipoca que vc já até consegue adivinhar o que vai acontecer.

Por que Silêncio dos Inocentes foi uma obra prima? Porque vc torce pro vilão. Por que Vanilla Sky ficou tão bom? Porque você não entende nada. Por que Stay prende tanto? Porque não tem nem pé nem cabeça e o herói não sabe o que fazer, berando a loucura.

Quem assisti Kill Bill não pode ir esperando um filme de ação, tem que esperar um quadro complexo. Não pela história, porque como Tarantino bem disse, ele fez um filme de Vingança nua e crua, sem lero-lero.

Pra mim o melhor do filme é ele ter destruído a heroina, de forma a vc realmente achar ela um saco. Eu dei mais atenção para os inimigos dela do que pra ela, sem exceção!

Com certeza esqueci de alguma coisa.

Quanto ao livro (ainda sem nome), estou trabalhando numa saída para a merda que ficou esse último post, pretendo encerrar logo o segundo capítulo para tentar melhorar a situação no 3°. O pior de tudo é que o livro está pronto na minha cabeça.... do meio para frente.... o problema é chegar onde eu quero chegar. Adiantando: pensei numa solução para uma arma louco demais, acho que todos os 3 gatos pingados que leêm (ou liam) esse blog vão gostar.

(in)Feliz Ano Novo.